ASSISTINDO A FORMULA 1 NA INTERNET

(ATUALIZAÇÃO: Para obter mais links e dicas de onde e como acompanhar a Formula 1, CLICK AQUI.)
Hoje, pela manhã, vi a segunda sessão dos treinos livres pelo live feed da iTV inglesa via internet.
Não há narração, locutor, nem comentarista. Apenas o som dos motores, dos mecânicos nos boxes, dos pilotos conversando com os mecânicos, das comunicações via rádio entre os pilotos e os seus engenheiros de corrida e também dos alto falantes do próprio circuito ecoando pela pista em inglês. Em outra tela do meu desktop eu tenho o live timing com o tempos de cada piloto in loco, com os tempos e parciais de cada piloto in loco e simultâneo, disponibilizado pelo site Formula1.com.
Que me desculpem vocês que adoram o Galvão Bueno e acham que ele trás emoção a uma transmissão de Formula 1.
Com essa experiência que eu estou tendo nesse momento eu definitivamente cheguei à conclusão de que Galvão Bueno não faz nada a não ser atrapalhar uma transmissão de Formula 1.
Não há nada mais emocionante do que ouvir os motores e eu mesmo inferir o que está acontecendo, sem ter o blá, blá, blá do Galvão atrapalhando o meu raciocínio.
Em Sepang, por exemplo, eu tinha certeza de que o Lewis havia batido na traseira de Alonso, e não do Nelsinho, como ele teimou em dizer até o fechamento da transmissão.
Na primeira parada do Lewis em Mônaco eu sabia, porque era algo óbvio, que o Lewis havia posto combustível ate a tampa e assim teria grandes chances de vencer a corrida. O Galvão só foi descobrir isso quando o Lewis já tinha garantido a vitória.
Galvão atrapalha as valiosas e escassas análises de Luciano Burti. O ex piloto de testes da Ferrari é um privilégio que deveria ser mais explorados em prol dos telespectadores. Galvão é por vezes grosseiro com Reginaldo Leme, um dos melhores e mais ponderados comentaristas de automobilismo no Brasil.
A Pergunta é: para quê eu, e mais milhões de telespectadores, precisam de um sujeito gritando histericamente, insuflando um patriotismo roto e pueril todo o tempo quando o que eu desejo, e o que o público precisa, na verdade é entender melhor a corrida?
Em incursão pelos melhores blogs de Formula 1 do Brasil não foi surpresa perceber que os leitores que também são telespectadores, mas que também é massa crítica, condenaram e ridicularizaram a última e constrangedora atuação de Galvão Bueno no GP da França, em que ele mais uma vez alimentou de maneira incompreensível o ódio ao piloto inglês Lewis Hamilton.
Até quando a GLOBO permitirá que uma corrida de Formula 1 seja uma palhaçada como têm sido ás últimas, para mim é um mistério.
Caso você, leitor costumeiro ou mesmo você que esbarrou nesse texto por acaso, esteja lendo, eu suponho que tenha Internet em banda larga em casa. Se a tem, faça o que eu fiz hoje e livre-se definitivamente de Galvão Bueno. O kit anti-Galvão, com os links, está abaixo. Experimente!
A Formula 1 sem Galvão Bueno jamais será a mesma para você novamente e eu lhe garanto que seré bem melhor.
SERVIÇO
O sinal da iTV ao vivo:
http://bilmosk.org/simulcastPlayer.swf
ou
http://www.soccer-live.pl/ITVF1/f1player.php
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Parciais com os tempos dos pilotos (é necesserário registro):
www.formula1.com/services/live_timing/
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Comentários ao vivo, do site da AUTSPORT:
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Rádio com transmissão ao vivo:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/home/index.asp
Nuussaa!! Já nem lembro o tempo em que eu ficava bastante chateado (vejam só!)e achava as corridas de F1 sem graça quando não era a narração do Gavião Bueno.
Mas com tempo, fui “ouvindo melhor” as coisas.
Realmente, o patriotismo exarcebado do Galvão chega a ser algo irritante. Dizer que a Ferrari fica mais alegre quando é o Felipe Massa que ganha, é um comentario triste.
Falar que o Ross Brawn só foi pra Honda porque o Rubinho era piloto da equipe, eu quase passei mal de tanto rir.
Em 2007 era claro e evidente ver a enorme inveja e desdem que o Galvão tinha com o lewis Hamilton. Afinal, ver um piloto em sua estreia na F1, vencer corridas e quase ser campeão do mundo, era doloroso demais para seu ufanismo. Pro Galvão quem merecia tudo aquilo era o Massa que estava na F1 bem mais tempo que o novato ingles.
Hoje ainda assisto as corridas pela Globo, aprecio os comentarios do Reginaldo Leme e do Burti. Infelizmente a narração do Galvão é algo que preciso tolerar (quando dá, aperto a tecla MUTE do controle remoto).
Que bom que vem ae as Olimpiadas e por um breve tempo, a F1 na Globo, sem o Galvião Bueno. Uahaaaaaaaa.
Abs.