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O DESTINO DE NELSON PIQUET JR CRUZA COM O DE LUCAS DI GRASSI

A notícia de Nelson Piquet Jr será substituído por Lucas di Grassi ao fim da temporada surgiu na Autosport e se espalhou rapidamente por todos os blogs e agências de notícias especializadas em automobilismo, portanto não é nenhuma novidade.

Mas há interessantes pontos de discussão na matéria. A primeira é que Flavio Briatore teria oferecido Piquet JR à STR, o que nos dá a liberdade de ao menos especular.

A principal especulação é: será que a Red Bull e a STR trocariam de fornecedores  de motor? A Red Bull passaria a contar com os poderosos Ferraris e a STR com os Renaults. No pacote destinado à STR, Briatore poderia empurrar  também o piloto brasileiro.

Obviamente questões ficam no ar. A STR confirmou Sebastian Buemi como um dos seus pilotos para a próxima temporada e Sebastien Bourdais continua com a sua carreira na Formula 1 em suspense.

Não sei até que ponto Gerhard Berger engoliria tal imposição de seu futuro fornecedor, a Renault, e de Briatore, mas Bourdais tem um potencial latente maior que Piquet, isso é inegável. Dispensar um piloto que já foi campeão em uma categoria em um momento em que a Formula 1 passará por uma grande mudança em suas regras e na estrutura básica e do comportamento dos carros em pista, seria um belo de um tiro no pé.

Di Grassi na Renault seria a garantia de um piloto promissor na equipe francesa, já que Fernando Alonso não parece ter nenhuma pressa em decidir onde está o seu futuro, se na BMW ou na Honda.

Para Nelson Piquet Jr restaria voltar à função de piloto de testes, função que exerceu durante a temporada de 2007. Seu futuro na Formula 1, no entanto, estaria definitivamente selado.

DE QUEM É A CULPA?

(FOTO: Paul Henry Cahier)

É da FIA.

Não, eu não estou enlouquecendo, a culpa pelo desastre Ferrarista domingo é da FIA, sim.

Ontem em seu BLOG, Clive Allen analisou o incidente de forma brilhante, como lhe é peculiar:

“(…) Considere, por exemplo, como prévias decisões [dos comissários] podem ter roubado o que parecia uma inevitável vitória de Felipe Massa no Marina Bay circuit.

Pense em Valência e no caso do pit stop de Massa, quando ele foi liberado de forma insegura ao lado de Adrian Sutil. Por essa infração, os comissários decidiram não penalizar o brasileiro como manda a regra. Ao invés, multaram-no, o que é insignificante na Formula 1 e, mais importante, não lhe tiraram a vitória. Na mesma corrida, Kimi Raikkonen teve também um pit stop problemático, o que claramente indicava uma falha no sistema de luz.

Agora, tivessem os comissários imposto um “Drive Trough”, a penalização correta, e obrigado Massa a passar pelo pit Lane a 80 Km/h, é bem provável que a equipe houvesse olhado com mais atenção os procedimentos de seu pit stop e assegurado que tais erros não mais aconteceriam (…)”

(…) “O sistema, no entanto, permaneceu no lugar como uma tragédia a espera de acontecer, pronta para retornar e vitimá-los.”

E foi exatamente o que aconteceu.

Em meia dúzia de BLOGS já circula o nome do profissional da Ferrari que errou domingo. No fundo ele foi vítima de um sistema frágil em sua execução, que em situações de extrema tensão já se mostrou falho outras vezes ao longo da temporada.

Ninguém deve lembrar-se nesse momento, mas Kimi Raikkonen também foi liberado de forma perigosa ao lado de Robert Kubica durante um período de safety car no Canadá. Só não descobrimos como terminaria o “racha” entre os dois pilotos por que Lewis Hamilton foi mais rápido e encheu a traseira do finlandês.

É irônico, no entanto, que uma ação da FIA a favor da Ferrari em Valência tenha lhes cobrado a conta de forma tão grosseira, como foi o erro da equipe domingo. A Massa restou a generosa atitude de consolar o seu companheiro de equipe e encorajá-lo para as últimas três provas do ano.

SORTE OU ESTRATÉGIA?

É interessante como após a inesperada vitória de Alonso, começam a surgir aqui e ali uma teoria conspiratória para explicar a “sorte” do espanhol na corrida.

A teoria é que Alonso recebeu realmente uma grande ajuda de Piquet Jr., que bateu, propositalmente, a sua Renault duas voltas depois da parada de Alonso. Com o safety car na pista foi possível para Alonso então tirar proveito ao máximo de sua curta primeira perna de corrida e ficar na pista enquanto todo o resto do grid parava voltas depois do Box ser aberto e do safety car liberar a pista.

No fundo, Alonso usou de suas habilidades no pôquer para simplesmente arriscar de forma inteligente. O espanhol entendeu que a pista convidava a um safety car desde o momento em que ele andou nela pela primeira vez com o seu R28 na sexta-feira à noite. A equação para que houvesse ao mínimo um safety car na pista era:

A irregularidade do asfalto + condições de visibilidade extremas + sujeira na pista + áreas de escape curtas + possibilidades de chuva durante a corrida.

Diante do panorama que se apresentava para ele, largar na décima quinta posição em um circuito em que ultrapassagens são quase impossíveis, não deve ter sido difícil observar com atenção as cartas na mesa e arriscar pondo todas as suas fichas em um safety car.

O único ponto crítico da corrida para Alonso, quando ele dependia realmente de alguma sorte, era em que momento da corrida alguém beijaria o muro. Ele parou na volta 12 e foi carregado com combustível para ir até a volta 41, o que lhe deu uma boa janela de 39 voltas para esperar o safety car entrar na corrida, ou quase 50% da corrida a espera.

Ironicamente a tarefa coube a Piquet Jr., que parece a cada dia mais longe da Formula 1. Ele errou bizarramente mais uma vez em um final de semana e com isso entregou nas mãos de Alonso a chance que o bicampeão já esperava há muitas corridas.

Para nós que acompanhamos Alonso tentando ler e interpretar as corridas junto com o seu engenheiro quase todo o fim de semana, a vitória não foi nada a não ser justa. Diz-se que a boa fortuna acompanha os bravos. Eu diria que ontem ela acompanhou o mais inteligente.

ALONSO ESCAPA DE PENALTI EM CINGAPURA

Como não poderia deixar de acontecer, uma pequena polêmica envolve a vitória de Fernando Alonso no GP de Cingapura. Em imagens recuperadas após o GP, o Blog do Capelli mostra que Alonso corta a primeira chicane para ultrapassar o britânico Jenson Button.

Alonso foi um dos pilotos que criticou a Lewis Hamilton, penalizado por cortar uma chicane e ultrapassar a Sebastian Vettel de forma semelhante nas primeiras curvas do Grande Prêmio da França esse ano.

Na prova, Hamilton foi obrigado a cumprir um “drive trough”, penalização na qual o piloto é obrigado a cruzar o pit Lane a 80 Km/h, velocidade mínima permitida.

Abaixo, uma seleção de frames que mostram o bicampeão espanhol ganhando a posição de Jenson Button na primeira chicane e não devolvendo a posição de volta como a regra determina.

BRAVO, ALONSO

(FOTO: Paul Henry Cahier)

Fernando Alonso venceu o histórico GP noturno de Cingapura com um mix da sua velha sorte e de sua boa e útil competência.

O bicampeão espanhol teve sorte ao fazer o seu pit stop duas voltas antes de seu companheiro Nelson Piquet Jr beijar o muro na curva T17, mas foi extremamente competente para aproveitar todo o inesperado potencial do seu R28 e agarrar uma vitória perseguida já há algumas corridas.

PAUL NEWMAN 1925 – 2008

SOB A NOITE DE CINGAPURA, MASSA LARGA NA FRENTE DE HAMILTON

Felipe Massa já pode ser categorizado como o melhor qualificador na Formula 1 atual. Não há dúvida que é essa sua capacidade de ser preciso nesse ínfimo espaço de uma volta, sob a intensa pressão de construir um resultado sob pena de ter um corrida inteira arruinada no domingo, que tem se mostrado a grande arma do brasileiro durante todo o campeonato.

Assim Massa vem sistematicamente batendo Kimi Raikkonen durante a temporada e assim vai diminuído a diferença que o separa de Lewis Hamilton no campeonato.

Nessa manhã de sábado no Brasil, noite em Cingapura, Felipe foi perfeito nas três fases que compõe o treino classificatório, atuação contrastante com Lewis Hamilton, que teve um ligeiro problema com os seus freios no início de sua primeira volta no Q2. O inglês arou para checar o pequeno problema e quando voltou para finalizar o Q2, encontrou um pesado tráfego que quase o deixa fora do Q3, a última fase. Enquanto Lewis lutava para sobreviver e adentrar ao Q3, Felipe esperava tranqüilo, com o melhor tempo, a fase final da classificação.

Nesse momento já não havia dúvidas de que Felipe era o favorito para a pole position, e assim ele confirmou o favoritismo batendo Lewis com uma impressionante margem de mais de 6 décimos de diferença.

Com uma margem tão grande a atenção amanhá se voltará obviamente para o quanto de gasolina cada piloto levará no tanque e em qual momento da corrida cada um deles efetuará a sua primeira parada. Com tal margem, a probabilidade de Massa parar algumas voltas antes de Hamilton é quase certa.

1. Felipe Massa Ferrari 1m44.801s Q3
2. Lewis Hamilton McLaren 1m45.465s Q3
3. Kimi Raikkonen Ferrari 1m45.617s Q3
4. Robert Kubica BMW 1m45.779s Q3
5. Heikki Kovalainen Mclaren 1m45.873s Q3
6. Nick Heidfeld BMW 1m45.964s Q3
7. Sebastian Vettel STR 1m46.244s Q3
8. Timo Glock Toyota 1m46.328s Q3
9. Nico Rosberg Williams 1m46.611s Q3
10. Kazuki Nakajima Williams 1m47.547s Q3
11. Jarno Trulli Toyota 1m45.038s Q2
12. Jenson Button Honda 1m45.133s Q2
13. Mark Webber Red Bull Racing 1m46.212s Q2
14. David Coulthard Red Bull Racing 1m45.298s Q2
15. Fernando Alonso Renault No Lap Q2
16. Nelson Piquet Jr. Renault 1m46.037s Q1
17. Sebastien Bourdais STR 1m46.389s Q1
18. Rubens Barrichello Honda 1m46.583s Q1
19. Adrian Sutil Force India 1m47.940s Q1
20. Giancarlo Fisichella Force India No Lap Q1

BATALHA NA NOITE DE CINGAPURA

(LEWIS HAMILTON pilota o carro mais belo sob as luzes de Cingapura)

Eleger favoritos nessa temporada tem sido uma tarefa ingrata. O know-how de Kimi em Spa era o suficiente para apontá-lo como favorito, mas veio a chuva e com ela um certo Lewis Hamilton farejando sangue no caminho. Kimi acabou no muro, talvez dando adeus definitivo ao seu campeonato.

Em Monza um inesperado mas soberbo Sebastian Vettel aproveitou uma pane geral nas duas melhores equipes e venceu de maneira incontestável, talvez a vitórias mais imprevisíveis em muitos anos na Formula 1.

O que espera sob as luzes de Cingapura então?

A sessão classificatória deixou claro o quanto a pista é ondulada e o quanto os carros trepidam sobre o asfalto, o que seria uma missão para o bem desenvolvido sistema de amortecimento inercial da McLaren, o famoso J-DAMPER. Durante a sessão, fiquei atento também à temperatura ambiente e da pista, que permaneceram equalizadas e constantes em 28º, condições ideais para a McLaren uma vez mais extrair uma pequena vantagem de poucos décimos sobre a Ferrari.

Durante as duas sessões Lewis Hamilton foi perfeito e não cometeu sequer um erro. Massa, contrariamente, foi ao limite em certos momentos e quase danificou o F2008. A preferência de Hamilton por pistas apertadas poderiam em tese favorecer o inglês, mas Massa mostrou em Mônaco e Valência que, se fizer calor, ele pode sim ser constante e vencer nas ruas de qualquer cidade. Em Cingapura, a previsão é até de chuva em certos momentos do final de semana, condição sob as Ferraris demonstraram mais de uma vez esse ano “naufragarem.”

A maioria dos pilotos parece concordar em um tema: ultrapassagens em Cingapura será artigo raro, o que pode adiantar uma batalha feroz na sessão classificatória de amanhã, às 11:00Hs de Brasília.

Se chover, esqueça qualquer previsão, pois haverá grandes chances até de a corrida ser interrompida. A combinação de luzes artificiais, sprays de água e muros beijando os pneus dos carros a 280 Km/h é um convite a vários acidentes. Hoje, mesmo em pista seca, foi fácil observar como a pista convida os pilotos ao erro. Mark Webber, Barrichello, Massa, Kovalainen, Nakajima, Button, todos eles em algum momento perderam o controle do carro.

Mesmo que saibamos que o objetivo principal em organizar uma corrida à noite para Bernie Ecclestone seja vendê-la ao mercado europeu da maneira mais consumível possível, é preciso enfatizar o quanto é prazeroso ver um carro de Formula 1 habitar uma atmosfera que nunca foi a sua real natureza. Nunca os carros foram tão belos. Em pensando em beleza, nenhum carro é tão belo quanto uma prateada McLaren à noite.

ALONSO NO TOPO DA SEGUNDA SESSÃO

Nos últimos segundos da segunda sessão dos treinos livres, Fernando Alonso rouba a primeira posição de Lewis Hamilton por menos de um décimo de segundo. Alonso foi irregular durante toda a sessão e estabeleceu o seu tempo quando as Ferraris e McLaren já não estavam na pista, sem a possibilidade de melhorar o tempo do espanhol.

Hamilton dominou quase toda a sessão desde os primeiros 15 minutos e sua marca na primeira sessão, 1:45.518, continua até aqui a mais rápida do fim de semana.

Os pequenos incidentes dessa vez ficaram por conta de Felipe Massa, que pôde controlar o carro e escapar sem danos e Timo Glock, que perdeu a sua asa dianteira ao rodar na saída da curva 7.

Demonstrando como a sua vitória deve muito ao motor Ferrari, Sebastian Vettel ficou no topo da lista dos carros que atingiram maio velocidade em reta:

S Vettel……………….287

H Kovalainen………286,3

L Hamilton………….285,9

Amanhã, às 9:00 hs da manhã de Brasília, a última sessão de treinos livres antes da Classificação, às 11:00 hs de Brasília, que determinará as posições de largada para a corrida, domingo.

Acompanhe ao vivo pelo sinal ao vivo da iTV via internet nos links abaixo:

http://www.soccer-live.pl/ITVF1/f1player.php

http://muzzy.mruk.net/simulcast/simulcastPlayer_02.swf

http://livestream.do.am/live/player.swf

COMEÇOU EM CINGAPURA

Sob a noite de uma iluminada Cingapura, Lewis  Hamilton estabelece o melhor tempo na primeira sessão do  histórico grande prêmio noturno. Seguidos de Hamilton vieram as duas Ferraris de Felipe Massa e Kimi Raikkonen, respectivamente.

Como se esperava, Lewis, Kimi e Felipe foram cuidadosos nos primeiros minutos de treino e a honra em pôr um carro de Formula 1 para competir oficialmente em uma prova noturna coube a Jenson Button e Giancarlo Fisichella.

Pequeno destaque para Nico Rosberg, que pôs a sua Williams em 6º.

Mark Webber foi o primeiro a escapar e bater forte na entrada do túnel. Rubens Barrichello, Timo Glock, Heikki Kovalainen e Jarno Trulli também foram vítimas de pequenos incidentes, todos na saída da curva 5, a última do circuito.

Daqui a meia hora a segunda sessão direto de Cingapura.

Acompanhe ao vivo aqui, nos links abaixo:

http://www.soccer-live.pl/ITVF1/f1player.php

http://muzzy.mruk.net/simulcast/simulcastPlayer_02.swf

http://livestream.do.am/live/player.swf

TEMPOS DA PRIMEIRA SESSÃO

CINGAPURA: GUIA DEFINITIVO

(A centenário Ponte Anderson, cartão postal de Cingapura)

A prova de Cingapura está sendo, em muitos anos, uma das provas mais aguardadas de uma temporada de Formula 1. O Circuito Urbano de Cingapura, assim como as provas da Austrália, Mônaco, Canadá, Austrália e a nova pista de Valência, será mais uma prova disputada nas ruas de uma cidade, sempre um atrativo a mais. Mas o ingrediente de maior excitação será sem dúvida a hora na qual a corrida ocorrerá, às 8 da noite de Cingapura, às 9 da manhã no Brasil.

Há muita curiosidade para ver os carros da Formula 1 reluzindo sob as luzes da linda cidade de Cingapura a quase 300 km/h, uma atmosfera sob a qual ninguém jamais viu um Formula 1 antes.

O F1 AROUND preparou um pequeno guia para você acompanhar a prova e aproveitar melhor essa que talvez seja a mais fascinante corrida dessa temporada.

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DADOS GERAIS DA PROVA

Distância de uma volta: 5.067km/3.15 miles

61 voltas, percorrendo um total de 309.087 Kms/192.066 miles

Programação para Sábado, 27 Setembro:

19:00-20:00 3ª sessão dos treinos livres (08:00 – horário de Brasília)
22:00-23:00 Sessão classificatória (10:00 – horário de Brasília)

Programação para Domingo, 28 Setembro:

20:00 A corrida (09:00 – horário de Brasília)

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PREVISÃO DO TEMPO

Como vem ocorrendo ao longo da temporada, as condições climáticas têm tido direta influência no resultado geral das corridas e dependendo de como se apresentam essas condições, o balanço de poder em uma prova pode pender para um lado ou outro, McLaren ou Ferrari.

Acrescente a isso o fato de que a prova será disputada a noite, uma possível chuva pode em muito afetar a visibilidade dos pilotos, tornando os sprays de água verdadeiros espelhos que refletirão raios de luz para todos os lados. Abaixo a previsão para sábado e domingo:

SÁBADO DE DIA: Durante o dia as temperaturas estão a 31º em média com 40% de chances de chuvas e trovoadas. A umidade do ar chegará a 79% com ventos soprando para leste a 13 Km/h.

SÁBADO À NOITE: Durante o dia as temperaturas estarão a 24º em média com tempestades e 40% de chances de chuvas e trovoadas. A umidade do ar chegará a 85% com ventos soprando para o leste a 13 Km/h.

DOMINGO DE DIA: Durante o dia as temperaturas estão a 31º em média com 60% de chances de chuvas e trovoadas. A umidade do ar chegará a 79% com ventos soprando para leste a 13 Km/h.

DOMINGO A NOITE: Durante o dia as temperaturas estarão a 24º em média com tempestades e 40% de chances de chuvas e trovoadas. A umidade do ar chegará a 85% com ventos soprando para oeste a 13 Km/h.

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ILUMINAÇÃO

O grande elemento em torno do qual a excitação e emoção da corrida girará. Os organizadores vêm preparando-se desde o ano passado para prover a corrida de visibilidade, segurança e também beleza.

1 – BANDEIRAS DIGITAIS: Ao invés das clássicas bandeiras, LEDs digitais vão disponibilizar as várias cores de bandeiras necessárias em uma corrida.

2 – ILUMINAÇÃO GERAL: Posicionadas ao redor do circuito, postes com 10 metros de altura. Cada um deles carregará oito  lâmpadas.

3 – VISIBILIDADE: A pista de Cingapura terá 7 vezes mais iluminação que um estádio de futebol.

4 – TECNOLOGIA: Muito material será instalado especificamente para a corrida:

– 108 metros de cabos

– 230 postes

– 1.600 projetores de luz

– 12 geradores com 3.2 milhões

Watss de potência

5 – SOMBRA DOS CARROS: Graças ao  grande número de fontes de luz, os carros quase não gerarão sombras que possam confundir o piloto  que está logo atrás.

SE FALTAR LUZ: De acordo com a F1 RACING inglesa, o sistema de segurança garante o restabelecimento da iluminação 3 segundos depois de uma possível falha. É uma questão a qual todos devem se preocupar, pois uma falha afetando a visibilidade de um piloto com o seu carro a 260 Km/h na escuridão pode causar um terrível acidente.

(Clique na imagem para aumentá-la)

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MAPA DO CIRCUITO

Houve uma expectativa frustrada no GP disputado nas ruas do porto de Valência. Mesmo com largas retas e alguns pontos de frenagem forte foi impossível vencer a aerodinâmica da Formula 1 atual e a corrida se desenvolveu nos moldes das costumeiras procissões de Mônaco e Hungria, entregando para o público talvez a mais frustrante corrida do ano até agora.

O desenho da prova em Cingapura, no entanto, parece mais interessante sob o ponto de vista de ultrapassagens que o de Valência, com um real ponto de ultrapassagem ao fim da reta e algumas curvas lentas com a interessante seqüência da curva 2 e 3 que podem até permitir que um carro entre no vácuo de outro. A chuva pode também apimentar um pouco a corrida, fazendo-a talvez mais excitante e emocionante que a de Valência.

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LINKS IMPORTANTES

Você pode acompanhar a corrida via internet e reunir-se com amigos na Espanha ou na Inglaterra através de chats para dividir a experiência:

Para ver as corridas via Internet:

http://www.soccer-live.pl/ITVF1/f1player.php

http://muzzy.mruk.net/simulcast/simulcastPlayer_02.swf

Para participar de um chat ao vivo e compartilhar idéias e impressões da corrida vá até o blog espanhol do Manuel Gomes na Espanha ou ao de Keith Collantine na Inglaterra:

http://www.quiero-briatore-formula-1.com/

http://www.f1fanatic.co.uk

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VÍDEOS:

A Allianz costumeiramente produz para todas as provas vídeos que nos dão um gostinho dos circuitos, mas a Red Bull fez um dos melhores vídeos do ano com a  narração de Mark Webber e m grande grau de ralidade. Os dois estão aqui a baixo:

ENQUANTO ISSO, NA SALA DE JUSTIÇA…

 Enquanto a FIA não permite que Lewis Hamilton e a McLaren sequer possam ter o seu apelo julgado, o SITE oficial da entidade estampa em sua capa o próprio Hamilton fazendo um sinal de “positivo”. Mais ironia impossível.

A foto de Lewis ilustra uma campanha ecológica mundial da FIA, intitulada: “Torne os carros mais verdes.”

Algo me diz que mesmo estabelecendo um recorde ao tomar quatro pênaltis na temporada (um no Bahrein, outro pelo erro no Canadá, mais um na França e por fim o de Spa), ele leva esse ano…

 

A FIA MENTE PUBLICAMENTE

Após Lewis Hamilton tomar o seu vôo de Paris para Cingapura ontem, uma história emergiu da pequena batalha legal travada na Corte de Apelo da FIA na Place de la Concorde. A história ilustra bem o caráter dos membros da FIA e até onde eles podem chegar para fazer valer os seus interesses.

Primeiro, é preciso esclarecer qual o procedimento no julgamento do apelo feito pela McLaren ontem.

Há uma regra específica no regulamento do campeonato que proíbe que um apelo à corte da entidade seja feito se o objeto desse apelo for um “Drive Trough”, a penalização que impõe ao piloto a obrigação em passar pelo pitlane respeitando limite de velocidade de 80 km/h.

A lógica por trás da proibição é a impossibilidade de se especular o resultado que esse piloto teria se a penalização não fosse imposta. No fundo, faz sentido.

No caso de Lewis em Spa-Francorchamps, há uma grande diferença: Lewis foi penalizado duas horas depois do término da corrida, com acréscimo de 25 segundos ao seu tempo final na corrida. O mundo inteiro soube que o diretor de prova Charlie Whiting aprovou a manobra do inglês na La Source duas vezes e o mundo viu Lewis receber o troféu e ser entrevista na pós conferencia após a corrida.

O primeiro passa da McLaren então era fazer com que o seu apelo fosse admissível e para isso o representante legal da equipe, Mark Phillips, usou um precedente estabelecido pela própria FIA no ano passado na prova no GP do Japão. Vitantonio Liuzzi, como Lewis Hamilton,  foi penalizado pela FIA após o término do GP do Japão mas ainda assim o apelo do piloto italiano foi passível de julgamento pela Corte de Apelo da FIA.

Sob o ponto de vista legal, em qualquer corte do mundo, o precedente aberto pela FIA seria o suficiente para a McLaren ter o seu apelo julgado. E é a partir desse ponto que a história toma um rumo inusitado.

Consciente de tal precedente, a McLaren informou à própria FIA que conduziria a questão da “admissibilidade” usando o precedente de Tonio Liuzzi. Charlie Whiting ligou então para o Chefe dos Comissários naquela prova do Japão, Tony Scott-Andrews, que teria informado a Whiting que havia cometido um erro na penalização de Tonio Liuzzi e que o procedimento correto ao penalizar o italiano deveria ter sido um “Drive Trough”, o tal penalty que não poderia ser objeto de apelo.

Os advogados da FIA então escreveram à McLaren informando que “tendo conferido com o Chefe Permanente dos Comissários que assinou a Decisão no Japão, gostaríamos de lhes informar que há um erro no documento que informa o resultado da corrida [do Japão].” Em outras palavras, Tony Scott Andrews havia mudado de idéia.

O próximo passo da McLaren nessa pequena história demonstra bem com a equipe enxerga a integridade da FIA.

A equipe enviou uma delegação de advogados a Brands-Hatch no domingo, onde Scott Andrews estava como comissário em uma corrida, para checar in loco a veracidade da história que a própria FIA havia informado à McLaren. A resposta de Scott Andrews ao lhe ser mostrado o e-mail em que supostamente havia sua admissão de erro na prova do Japão foi: “que ultrajante”.

Em Paris, na Corte de Apelo, Tony Scott Andrews afirmou em uma carta que ao verificar o e-mail ficou extremamente surpreso com o seu conteúdo, que é grosseiro e falso. Scott Andrews ainda deixou claro que Charlie Whiting jamais o havia perguntado se ele havia errado no Japão e acrescentou: “Se [Charlie Whiting] houvesse me questionado se eu havia errado no Japão eu lhe teria dito que ‘não’.”

Em seu fala de encerramento, Mark Phillips, representante legal da McLaren chamou o e-mail de uma “infelicidade” e pediu para que houvesse uma reflexão e análise no procedimento da FIA com a questão de Tony Scott Andrews, e considerar como certos membros da FIA conduzem a si mesmos.”

Charlie Whiting, que foi amigo de Ayrton Senna e que tem uma persona respeitável entre equipes, chefes e pilotos, passou nessa por mentiroso publicamente, e jogou mais um tanto da credibilidade da FIA na lata do lixo.

Como é possível que se confie na entidade máxima que regulamentam o esporte se os membros dessa entidade metem em público de forma tão grosseira e burra para sustentar as falibilidades de suas próprias regras e regulamentos?

Qual é o objetivo da FIA ao tentar desacreditar o precedente clamado pela McLaren, algo com o qual o próprio advogado da FIA teria lidado muito bem?

Eu, particularmente, acredito que a McLaren e Lewis Hamilton sequer chegarão a ter o seu apelo julgado, e se por ventura o precedente aberto pela decisão de Scott Andrews na prova do Japão permitir que o apelo seja passível de julgamento, é quase impossível que a equipe vença a contenda.

Em qualquer corte do mundo, com base em apenas duas evidências, a McLaren seria favorita na querela.

Primeiro pelo regulamento mal escrito e dúbio, que não estabelece quando e como uma posição deva ser devolvida após uma chicane ser cortada. É tão flagrante a inconsistência e falhas na redação de tal regra, que a própria FIA teve que esclarecê-la pouco antes da prova de Monza.

E segundo pela dupla permissão que o próprio Charlie Whiting deu à McLaren no exato momento em que Lewis fazia a ultrapassagem em Kimi.

O problema para a equipe inglesa é que a base jurídica e regulamentar da FIA e a palavra final de seus juízes não é nada a não ser a palavra final de Max Mosley e por isso a impossibilidade de alcançar uma vitória.

A McLaren não vencerá a contenda como desde o início ficou claro, mas ao menos uma vez mais foi possível testemunhar até aonde a FIA pode ir, mentindo e ultrajando ex-membros de seu staff, para fazer valer o que eles chamam de imparcialidade.

A questão que permanece após testemunhar tudo isso para mim é por que eu ainda não desisti do esporte…

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ATUALIZAÇÃO:

Esse post foi finalizado pouco antes de a FIA rejeitar o apelo da McLaren agora há pouco, como eu havia previsto. Lewis permanece apenas um ponto a frente de Felipe Massa no campeonato.

Ao menos nos voltamos todos para a prova de Cingapura novamente.

UAU…

Sexta-feira à tarde, Keith Collantine, editor do F1fanatic, seguramente um dos melhores BLOGs dedicados à Formula 1 do mundo, senão o melhor, citou e “linkou” o F1Around em um de seus posts. Não é surpresa dizer que a audiência do F1 Around foi catapultada quase que imediatamente à estratosfera.

Consultando as estatísticas do BLOG pouco mais de dez minutos depois do pingback  “pingar” na minha caixa de e-mail, observei que já havia quase 300 clicks redirecionados do F1Fanatic para o F1 Around pela simples menção de Keith.

Essa “amarrada” do F1 Around ao F1Fanatic feita por Keith demonstra a maciça popularidade  do Blog inglês ao redor do mundo. Os BLOGs ainda são considerados uma mídia underground na cobertura da Formula 1, mas uma leitura diária no BLOG de Keith é o suficiente para que você perceba o quanto a Formula 1 lá é discutida com profundidade, imaginação e argúcia pelo seu editor.

Três ótimos exemplos de como a dedicação e talento de Keith resulta em pautas para os cachorros grandes da mídia “main stream”, como a Autosport:

– O primeiro lugar no qual eu vi a petição online contra a penalização de Lewis Hamilton em Spa-Francorchamps surgir com força e reverberar ao longo da Internet foi no Blog de Keith e só aí foi tema para as pautas do Grand Prix e do site da Autosport.

Ninguém até agora fez tão detalhada investigação sobre a inconsistência na aplicação das regras da FIA pelos seus comissários do que Keith, ao detalhar e comparar a penalização de Lewis com a de Alonso em 2005.

– Na seleção do melhor piloto do meio da temporada, o F1Fanatic foi invadido por uma horda de Poloneses, ávida por fazer do seu ídolo, pelo “voto popular”, o melhor piloto do mundo naquele momento da temporada.

Já que Keith tem imaginação para às vezes pautar a grande imprensa especializada, resta a quem passeia pelo paddock todos os fins de semana de corrida fazer as perguntas. A única questão é saber quem tem a devida coragem para arriscar a sua credencial diante da turma de Max. É nesse momento que independência é essencial.

Sem dúvida alguma, Keith tem o mais influente e bem editado BLOG de Formula 1 do mundo e ser citado por ele rende audiência, além do que, é uma honra.

Thanks, mate!

AMANHÃ, A PENALIZAÇÃO DE LEWIS SERÁ JULGADA

(LEWIS EM PARIS NO ANO PASSADO: Imagem que se repetirá amanhã)

A FIA julgará amanhã, segunda-feira, o apelo da McLaren contra a penalização imposta a Lewis Hamilton no Grand Prix da Bélgica há três semanas. Lewis estará presente ao conselho da FIA em Paris, mas a expectativa geral é de que a McLaren perca o apelo, apesar do sentimento de revolta dos fãs do inglês ao redor do mundo.

Contra qualquer otimismo de Lewis e da McLaren há três fortes precedentes que apontam para uma derrota amanhã:

1º) Um apelo contra uma penalização imposta em corrida dificilmente é levado a julgamento no Conselho Mundial de Automobilismo, mesmo que a McLaren ternha a seu favor a estranha decisão de Charly Whiting de aprovar a manobra de Lewis para o pitwall da McLaren duas vezes e logo depois reportar o caso para a investigação dos comissários.

2º) A McLaren nos últimos meses foi derrotada em todas as apelações e solicitações ao conselho da FIA, o que não anima o mais otimista fã de Lewis para o julgamento de amanhã.

3º) Uma suposta absolvição no caso enfraqueceria politicamente os comissários da FIA e estabeleceria perigosos precedentes em futuros julgamentos.

Lewis comparecerá, mas é bem provavel que a McLaren e o piloto já saibam qual será o resultado amanhã. O jogo da McLaren e de Lewis no entanto é outro. O objetivo é ter Lewis, o piloto mais popular da Formula 1 no momento, mesmo que derrotado gerando má publicidade para a FIA e pondo pressão em cada decisão dos comissários nas últimas provas do campeonato. Politicamente, uma jogada inteligente.

MAIS UMA PRÉVIA EM VIDEO DO GP DE CINGAPURA

O BRASILEIRO SE RENDE AO TALENTO DE LEWIS HAMILTON

(LEWIS: um predador à caça de Kimi e Fisichela)

Sebastian Vettel fez uma corrida exemplar e inscreveu o seu nome na história da Formula 1 como o mais jovem piloto a estabelecer uma pole position e conquistar uma vitória na categoria. Sim, um feito extraordinário para um garoto com a tão pouca idade. Mas no Brasil, nos blogs e fóruns, o assunto não foi outro senão a soberba corrida de Lewis Hamilton, que abriu caminho à força até a 7ª posição, bem perto de Felipe Massa, o irremovível 6º colocado.

Flávio Gomes se rendeu à corrida de Lewis e nos presenteou com dois posts (Clique AQUI para ler o primeiro e AQUI para ler o segundo) explorando o tema. Os posts foram seguidos de uma enxurrada de comentários elogiosos, em sua maioria, e de alguns poucos condenatórios às duras ultrapassagens de Lewis sobre Glock e Alonso.

Fábio Seixas tentou render homenagem a Vettel, mas o tema na sessão de comentários do post dedicado a Vettel girou novamente em torno de Hamilton e de sua corrida, com alguns leitores expressando uma certa descontentamento com a opinião de Seixas, de que Lewis “jogou sujo” contra Glock. Foram 92 comentários e a maioria maciça foi sobre Lewis.

Ao ler os comentários, me surpreendi ao notar certa nostalgia do brasileiro de uma Formula 1 do passado e que vê reencarnada em Lewis muita da agressividade e talento natural presentes em Ayrton Senna.

As corridas de Spa-Francorchamps, em que Lewis partiu para a briga e passou Kimi faltando apenas duas voltas para o final da corrida, a subseqüente injustiça ao cassarem a sua vitória e a corrida em Monza domingo, foram fatores decisivos para o brasileiro se render ao talento do inglês.

Ao que parece, a torcida e a admiração a Lewis no Brasil cresce em um ritmo exponencial e prova o apelo de marketing e perfil vendável do jovem inglês. E o mais interessante, essa torcida brasileira de Lewis é vocal e verbaliza o seu descontentamento diante do que eles parecem entender ser protecionismo da imprensa automobilística nacional a Felipe Massa.

Se a briga pelo título entre Massa e Hamilton tiver a sua decisão final no Brasil, já não é exagero dizer que se Hamilton vencer, muitos brasileiros se contentarão sabendo que o título estará em boas mãos.

Um vislumbre de 2009

Nos testes em Jerez hoje, a Williams foi a primeira equipe a nos oferecer uma visão parcial de como será o visual dos carros em 2009, vestidos com a nova aerodinâmica regulamentada pela FIA.

Kazuki Nakajima pilotou o FW30 desse ano com a nova asa traseira e um novo difusor, que seguem essas novas especificações da FIA. A asa é mais alta e estreita que dos carros desse ano.

Por esse primeiro vislumbre eu diria que os carros ficarão mais feios, mesmo que mais limpos do excesso de penduricalhos aerodinâmicos.

(FOTOS: itv-f1.com)

MCLAREN MOSTRA SUA ARMA SECRETA PARA O GP DE CINGAPURA

Você deve estar bem acostumado com a sisudez de Ron Dennis e até quando se refere à sua equipe, Ron demonstra a sua velha e conhecida fleuma e excessiva formalidade, chamando-a de “Our Company” ou em bom português, “nossa empresa.”

Lewis Hamilton trouxe um pouco de desprendimento para a equipe nos últimos tempos. Foi possível observar o desprendimento ano passado, ao se ver Ron conversando com um dos amigos rappers de Lewis, poucos momentos antes da largada do GP dos Estados Unidos.

Britânica até as raízes dos poucos cabelos de Ron, a McLaren finalmente se aventura a mostrar outro lado seu, o do humor. O vídeo abaixo, mesmo que carregado daquele humor tipicamente britânico, prova definitivamente que ingleses de Woking são engraçados.

Para quem não tem muita intimidade com a língua de Shakespeare, Martin Whitmarsh explica de maneira genérica como a equipe desenvolve o carro ao longo da temporada e como se prepara  para cada Grande Prêmio, apresentando a arma secreta da Mclaren para o GP de Cingapura, que será disputada à noite.

PRÉVIA DO GP DE CINGAPURA

Mark Webber, da Red Bull, apresenta virtualmente o Circuito Urbano de Cingapura aonde teremos a primeira corrida noturna na história da Formula 1. Em sua companhia está o jovem Sebastian Vettel, seu futuro companheiro de equipe em 2009 e mais jovem vencedor de um Grand Prix na Formula 1.

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