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BRAWN SPORT

Um jornalista do site Globoesporte.com, enviou uma melindrosa carta ao competente blogueiro Ivan Capelli justificando o porquê de ter usado o termo “EXCLUSIVO” na matéria em que ele supostamente havia descoberto, por meio de acurada investigação em registros de hospedagem de sites no Reino Unido, o real nome da nova equipe que emergirá dos escombros da antiga Honda.

Um site francês descobriu o registro antes, para infelicidade do delicado repórter, o que rasga o selo de “EXCLUSIVO” impresso na matéria. Oh, nuances do jornalismo moderno…

Mas eis que um outro site, o Speedtv.com, com mais prestígio que o globoesporte.com, usa o mesmo termo EXCLUSIVO para afirmar que a nova equipe se chamará BRAWN SPORT.

E agora, quem é mais exclusivo: o nosso melindroso repórter ou o SpeedTV do nosso amigo Peter Windsor, por acaso agora diretor esportivo da USF1?

 

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FORCE INDIA REVELA O VJM02

(FOTOS: Force India/divulgação)Formula One World Championship

(O NOVO VJM02: até onde a parceria técnica com a McLaren levará o novo carro de Vijay Mallya?)

O site oficial da Force India acaba de liberar fotos do seu novo modelo, o VJM02, que será apresentado oficialmente à imprensa amanhã, no Circuito Ricardo Tomo, em Jerez de La Frontera, Espanha.

A pintura, claramente inspirada nas cores da bandeira Indiana, dá um toque de identidade nacional ao novo carro — e também confirma as ilustrações presentes no calendário especial lançado pela equipe no início desse ano. As linhas aerodinâmicas seguem as impressões dadas aqui por uma fonte interna que trabalhou junto ao projeto.

O carro não é uma cópia do MP4/24 da sua parceira técnica, a McLaren, mas em linhas gerais assemelhasse muito ao carro da Toyota, o TF09.

Com câmbio, KERS, motores e sistemas hidráulicos forcecidos e desenvolvidos pela poderosa McLaren/Mercedes, espera-se que a equipe dê um sensível salto de qualidade em termos de competitividade em 2009.

Fica para vocês então a opinião sobre o carro, o que acham do novo VJM02? Comentem.

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ABAIXO, FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

WILLIMAS REVELA OFICIALMENTE A SUA NOVA PINTURA

(FOTOS: Williams/divulgação)fdw31-pintura-oficial

Após alguma especulação, a Williams acaba de revelar a sua pintura oficial para a temporada de 2009. O azul tem um tom mais claro que o revelado nas fotos vazadas do site da Allianz, mas as linhas gerais do desenho seguem as mesmas como mostrado aqui alguns dias atrás.

O especial destaque vai para as “estranhas” aletas/asas nas laterais do carro, próximas à cabeça do piloto. Será que a FIA permitirá tal apêndice?

Junto com o da McLaren e Red Bull, o carro mais belo do grid até agora.

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ABAIXO, FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

A RENAULT ESTARIA BLEFANDO?

(IMAGENS: Renault/divulgação)blefe-renault(RENAULT R29: “los aficionados” andam desconfiados, mas será que a equipe estaria escondendo o jogo?)

A Williams reuniu a imprensa hoje em seu QG em Groove para falar dos seus planos para 2009. Apesar do impacto do anúncio de que seu maior patrocinador, o banco britânico RBS, estenderá a parceria com a equipe apenas até o final de 2010 ecoando na mídia especializada, pilotos e dirigentes demonstraram franco otimismo.

Mas a história mais interessante que surgiu através de um burburinho entre jornalistas e membros do staff da Williams, é a possibilidade de a Renault de Fernando Alonso estar blefando e escondendo o jogo nos testes de pré temporada.

Se vocês bem lembram, a Renault teve permissão das outras equipes para equiparar a potência de seu motor com a dos outros fabricantes. Houve um acordo formal entre as equipes intermediado pela FOTA, no qual a equipe de Briatore mostrou dados de potência de seu motor e assim pôde fica no mesmo nível.

A suspeita entre jornalistas e membros da Williams é que a Renault trabalhou com uma curva de potência mais baixa nos testes na Espanha e Portugal e isso ficaria mais explicito em comparação com a Red Bull, que talvez não tenha escondido o jogo como a equipe francesa. Como resultado, a Renault estaria alguns décimos a frente de todos no momento.

É apenas uma especulação, óbvio, mas logo após os testes de Jerez Bob Bell e outros membros fizeram questão de encorajar os fãs da equipe e de Fernando Alonso, reiterando que o R29 será, sim, competitivo em Melbourne.

Seria essa a carta na manga da Renault? Ou será que a feiúra do R29 realmente justificará um baixo desempenho?

FERRARI PREPARA ATUALIZAÇÃO DO F60

(IMAGENS: Ferrari/divulgação)revisao-21(MASSA COM F60 NO BAHREIN: piloto se diz satisfeito, mas a equipe está convencida de que o F60 não está a frente da concorrência)

O F60, novo modelo da Ferrari, será um dos primeiros carros a sofrer significativas mudanças como resultado dos primeiros testes ocorridos nas últimas semanas — é o que diz a Gazetta dello Sport na sua edição de hoje.

Esta revisão dará especial atenção ao sistema de resfriamento do F60. A equipe enfrentou problemas de superaquecimento nos últimos testes no Bahrein, que tiveram como causa principal o novo sistema de recuperação de energia, o KERS. Junto com extensa lista de pequenas mudanças, haverá também revisão em escapamentos e asas.

Para a Gazzetta, os testes no Bahrein foram essenciais para a equipe entender que não tem no bolso os costumeiros três décimos de segundo que leva de vantagem sobre as outras equipes em inícios de temporada, e corre contra o relógio para chegar a Melbourne na frente.

Nos testes em Jerez, na próxima semana, também espera-se atualizações no MP4/24 da McLaren, que finalmente estreará a sua asa traseira com carga aerodinâmica máxima. Será o primeiro confronto real entre as duas eternas favoritas devidamente equipadas com os seus modelos para 2009.

ATUALIZAÇÃO

A Ferrari está hoje no Circuito de Vairano, com Marc Gené a bordo do F60 fazendo testes de velocidade em linha reta. O teste tem como objetivo confrontar dados adquiridos no túnel de vento com testes práticos em pista.

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BRIDGESTONE ANUNCIA COMPOSIÇÃO PARA AS CINCO PRIMEIRAS CORRIDAS DE 2009

Um dos fatores decisivos na briga pelo título em 2008 foi a composição dos pneus que a Bridgestone forneceu para as equipes. O MP4/23 da McLaren tinha um significativo ganho de performance com os compostos duros, enquanto o F2008 da Ferrari extraia o melhor dos compostos mais macios.

A Bridgestone acaba de anunciar os compostos de pneus para as cinco primeiras corridas do ano. Eu sugiro a vocês prestarem a devida atenção em como as equipes extrairão performance desses diferentes compostos que a fornecedora japonesa dispõe para essas primeiras corridas, eles podem ser um dos fatores decisivos e definir quem pode dominar o ano.

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  • AUSTRÁLIA — extra macios, médios
  • MALÁSIAN — macios, duros
  • CHINA — extra macios, médios
  • BAHREIN — extra macios, médios
  • ESPANHA — macios, duros

As biografias de Senna

biografias-de-senna(BIOGRAFIAS DE SENNA: muitas no mercado, mas poucas com qualidade)

Está no Tazio que o jornalista inglês, Christopher Hilton, um dos maiores especialista em Ayrton Senna no mundo, lançou “Senna: an Interactive Voyage”, mais um livro sobre o piloto brasileiro. O novo livro — que é o sétimo escrito por Hilton sobre Senna — é uma edição de luxo com documentos pessoais do piloto brasileiro, como cartas, itinerários de treinos e fotos inéditas.

Desses sete livros escritos por Hilton, apenas um foi publicado no Brasil, “Ayrton Senna — a face do gênio —”, lançado em 1992 pela Editora Rio Fundo. A edição que eu tenho em mãos é uma reimpressão datada de 1994, que eu suspeito ser um daqueles caça níqueis que buscaram faturar em cima da trágica morte de Senna.

Apesar da tradução sofrível — que transforma a curva Beckets de Silverstone em um piloto — e do descuido no projeto gráfico, esse é para mim um dos mais interessantes livros sobre Senna editado no Brasil. Primeiro por que a perspectiva do livro é estrangeira, o que não permite que o seu conteúdo seja contaminado pelo mito do herói nacional construído no Brasil. Segundo porque o livro é anterior a morte de Ayrton e isso nos permite perceber o impacto do piloto na categoria antes de sua morte e posterior canonização. O interesse sobre o livro recai na observação do quanto a trágica morte de Senna aparou as arestas das inimizades e rivalidades adquiridas durante a sua vitoriosa carreira.

O livro de Hilton não nos poupa de ver o quanto Senna era perseguido e criticado por imprensa, pilotos, dirigentes, torcedores e fãs de fora do Brasil. Nem a sua religiosidade era perdoada. Para se fazer uma analogia com os dias de hoje, era algo muito semelhante com o ocorrido com Lewis Hamilton em 2008. A imprensa inglesa achava Senna arrogante pelo seu veto “ao boa praça” Dereck Warwick, que seria o seu companheiro na Lotus em 86. Os tifosi o vaiavam pelas surras impiedosas que a Ferrari sempre tomou do brasileiro; e os pilotos não perdiam uma única oportunidade para acusá-lo de direção perigosa.

Claro, parte das acusações era o mais puro nonsense, motivada por inveja ou simples rivalidade. Senna não era a unanimidade e o semideus do automobilismo de hoje, e esse rancor contra ele no fundo era a verdadeira medida de sua grandeza e muito menos uma projeção real de seu caráter.

Outro livro obrigatório sobre o piloto é “Senna — o herói revelado —”, do jornalista brasileiro Ernesto Rodrigues. O projeto editorial gráfico do livro é, em uma palavra, primoroso. A pesquisa feita por Ernesto na construção do livro, criteriosa, detalhada e caprichosa. O texto é correto, sem imaginação ou estilo, mas serve bem como sustentação ao tema.

Fatalmente você perceberá que Ernesto não tem tanta intimidade com a complexa dinâmica do universo da Formula 1 e que o ponto forte do livro é mesmo a abordagem da vida de Senna no Brasil. Entre muitas histórias, Rodrigues aborda em detalhes a tempestuosa relação de Senna com Piquet e de como nasceu a tensa inimizade entre os dois; o culto à celebridade em torno do Ayrton herói do Brasil; e o impacto da sua morte na alma do brasileiro comum.

Em um dado momento da leitura você possivelmente se irritará com a insistência de Ernesto em provar que Senna não era gay — como sugeriu Piquet em tom de piada — enumerando uma série de casos amorosos do piloto. Aí talvez fosse o caso de uma abordagem mais científica, psicológica, da personalidade de pilotos introvertidos como Senna e não inflar algo que no fundo não teria tanta importância.

Há muitas biografias de Ayrton Senna no mercado, mas se você deseja relembrar e pôr em perspectiva a carreira de um dos maiores mitos da Formula 1 e de toda a história do automobilismo, esses dois livros são essenciais e complementares.

O de Ernesto Rodrigues você encontrará em qualquer boa livraria no Brasil, o de Christopher Hilton apenas importando ou tendo a sorte, como eu tive, de encontrá-lo empoeirado em um sebo qualquer de sua cidade.

HONDA PREPARA-SE PARA TESTAR O SEU CARRO — É O QUE DIZ A AUTOSPORT

(imagem: hondaracingf1.com)honda-testa

Acaba de pingar na Autosport a notícia de que a ex Honda está pronta para testar o seu novo carro. Apesar de não haver a confirmação de comprador, o novo modelo está pronto e o time de testes da equipe foi instruído a preparar-se para colocá-lo em pista.

Não está claro se a equipe participará dos próximos testes coletivos em Jerez de La Frontera na próxima semana, mas há a certeza de que estará pronta para testar em Barcelona, última rodada de testes agendada antes da primeira corrida em Melbourne.

Na mesma nota a Autosport confirma que é Ross Brawn quem lidera o “Management buy-out”, que é o processo de aquisição de uma empresa pelos próprios executivos que nela trabalham — operação em geral com participação de fundos de investimento.

Não há pistas concretas do envolvimento de Nick Fry na operação de salvamento da equipe, mas a sua saída da equipe foi considerada, até o momento pelas fontes da Autosport, apenas especulação.

 

HONDA: O ÚLTIMO RUMOR COMEÇA A ESQUENTAR

 Na curta nota de ontem sobre a Honda, eu sugeri a vocês uma leitura dos fatos ali reportados com certo ceticismo, e assim eu continuo.

Hoje, foi dia de checar as credenciais do jornalista Phil Huff e do site editado por ele, o realhondaf1.com, de onde brotou o mais novo rumor sobre a equipe.

Phil é considerado o “repórter oficial da Honda na F1”. É um jornalista absolutamente bem informado, com fontes confiáveis e sólidas dentro da equipe, e que nos últimos 6 anos dedicados a cobertura do time através do seu site, trouxe à tona excelentes e exclusivas matérias que a mídia “main stream”, tradicional da F1, foi confirmar bem depois.

James Allen, que é hoje um dos mais bem informados jornalistas dentro da F1, foi checar a veracidade da história de uma fonte diversa, e tudo parece indicar que o caminho aponta para a história revelada no site de Phil Huff.

A história mais intrigante da nota de Phil talvez seja a saída de Nick Fry, o que também é confirmado pelas fontes de James Allen. James faz uma interessante análise de Nick Fry, confirmado a impressão de que o manager divide opiniões dentro da F1.

O mais interessante é que o próprio Phill Huff comenta o post de James Allen, afirmando que mesmo não estando 100% seguro de que sua nota se confirmará, a cada momento que ele investiga a história, mais ele se convence de sua veracidade.

Em torno de uma semana, é o prazo para que a história se confirme como verdadeira e a Honda anuncie o seu destino — palavras de James Allen.

USF1: REALISMO E NOVOS CONCEITOS PARA A F1

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Foi uma longa espera desde que o primeiro rumor surgiu na imprensa especializada, mas agora é oficial, a USF1, uma equipe com tecnologia, pilotos e gerenciamento essencialmente americanos, alinhará no grid em 2010 — ao menos assim garantem os seus dois managers, Ken Anderson, chefe da equipe, e o seu diretor esportivo, Peter Windsor.

O anúncio, feito por meio de um programa especial no Speed Channel, canal americano especializado em automobilismo que transmite a F1 para os Estados Unidos, foi um interessante show room, com participações especiais de lendas do automobilismo, como Mario Andretti e Dan Gurney dando aprovação a iniciativa.

Em um primeiro momento, talvez tenhamos que admitir que a equipe ainda é um grande esboço e a apresentação de hoje o seu primeiríssimo respiro. Mas os seus criadores trazem objetivos realistas de gerenciamento e, o mais importante, conceitos inovadores a serem adotados na F1.

Em termos financeiros, ao invés de um grande patrocinador, a intenção é fracionar a participação de parceiros na manutenção financeira da equipe, o que supostamente evitaria vê-la pendurada sob a teórica falência de um dessas grandes corporações globais — estas mesmas que são hoje a pilastra dos modelos de negócios mantidos por todas equipes da F1.

No que concerne o público telespectador, a equipe estará mais aberta à base de fãs da categoria nos EUA e no mundo, um conceito adotado da NASCAR, que incentiva a relação mais próxima entre fãs, pilotos e equipes. A USF1 abriria as portas de seu quartel general para que os fãs vejam um carro de F1 ser construído pela primeira vez, hoje algo inimaginável quando pensamos nas duas equipes mais populares da F1, Ferrari e McLaren.

Um dos aspectos mais interessantes exposto por Windsor e Anderson foi subverter a idéia pronta de que uma equipe americana teria como principal missão levar a Formula 1 à América com sucesso. A idéia é exatamente o contrário, é levar a América à F1, o que em outras palavras significa termos o GP dos EUA de volta.

Dificuldades logísticas, pilotos competitivos, um fornecedor de motores, são todas questões em movimento e planejamento, que serão resolvidas ao longo desse ano.

Inovações, realidade e entusiasmo, tudo o que a F1 precisa para assegurar o seu futuro.

E você, o que acha dessa nova equipe que batiza uma nova era na F1? Será algo bom para a categoria, terá algum sucesso? A palavra está com você na sessão de comentários.

HONDA: O ÚLTIMO RUMOR

OK, eu sei que você, assim como eu, está cansado de ler rumores falsos sobre a Honda. Eles vêm acumulando-se desde que a companhia automobilística japonesa abandonou ao léu a sua equipe de F1 na Inglaterra.

O último vem do site especializado na própria equipe, o realhondaf1.com. O texto, escrito hoje por Phil Huff, faz algum sentido.

As fontes de Mr Huff indicam que a ex-honda teria completado o modelo de negociação que a manteria viva em 2009. A mais significativa mudança no gerenciamento da equipe seria a saída de Nick Fry, que nesse momento tentaria reposicionar a sua carreira como manager em outro esporte.

Expressiva força de trabalho seria cortada. As equipes de treino e desenvolvimento de motores seriam desfeitas, o que faz sentido com o fornecimento de motores nas mãos da Mercedes-Benz, que usualmente fornece uma equipe que auxilia na integração e desenvolvimento dos motores para outras equipes.

Bruno Senna, que havia viajado na semana passada à Inglaterra, teria estado presente na fábrica na última semana e seria confirmado ao lado de Jenson Button.

O anúncio oficial da situação da equipe seria feito nos próximos dias.

Como o próprio site, eu apenas posso dizer que não há qualquer garantia de veracidade em mais esse rumor, portanto, eu aconselho a você ler com extremo ceticismo os fatos lá e aqui reportados.

O site é sério, por isso a relevância em publicar a nota. E se a história confirmar-se como se espera nos próximos dias, ao menos você terá sabido antes que todo mundo aqui no F1 Around.

 (Nota: texto postado às 23:00 horas)

 

FORCE INDIA LANÇA DOMINGO SEU CARRO E ENGENHEIRO FALA DO PROJETO

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(A SUPOSTA PINTURA: apesar do cronograma apertado , o carro está pronto)

A Force India acaba de marcar para domingo a data de lançamento de seu novo carro, mas a equipe  pôs apenas hoje para funcionar o primeiro chassi da equipe construído em parceria com a McLaren/Mercedes — é o que garante uma fonte interna que trabalha diretamente no projeto.

Apesar do cronograma apertado, ter o sistema todo funcionando hoje é um grande passo para a vida do programa e motivo de orgulho para o staff de engenheiros por trás do projeto do VM02. Enquanto muitas equipes iniciaram a construção dos seus carros há mais de um ano atrás, a Force India iniciou o seu há apenas 3 meses e meio.

A recente adoção da tecnologia do KERS, câmbios, motores e sistema hidráulico providos pela sua nova parceira técnica, a McLaren/Mercedes, foi a principal causa do tardio inicio no desenvolvimento do projeto, como admite engenheiros e designers. Entre essas novas mudanças, recai sobre o motor o principal fator de atraso. Mesmo assim, o primeiro VM02 funcionou oito semanas a frente do prazo estabelecido no cronograma inicial.

Nesse momento, a equipe de desenvolvimento de motores da Mercedes-Benz está completamente envolvida na incorporação do motor no chassis, configurando o sistema de alimentação. Já a McLaren trabalha junto à equipe na incorporação da caixa de câmbio.

Apesar da impressão geral de que a Force India não será nada além do que a equipe-B da McLaren, o engenheiro que serviu como fonte desse post garante que a carga de trabalho foi tão pesada quanto nos projetos em que trabalhou anteriormente:

“Não precisamos sacrificar nossa integridade em termos de capacidade de design apenas porque estabelecemos uma parceria técnica, então trabalhamos o máximo possível para reter originalidade. Em outras palavras, não esperem uma réplica do carro lançado pela McLaren semanas atrás.”

Nesse momento, a atenção concentra-se em checar a eficiência da aerodinâmica e os níveis de confiabilidade do novo modelo.

 

BRASIL TEM A MAIOR AUDIÊNCIA DA F1 NO MUNDO

(FOTO: motorsport.com)GEPA-0211084412A(PILOTOS SAUDAM A TORCIDA EM INTERLAGOS: somos 100 milhões de  telepesctadores)

O Brasil dividiu com a China a liderança na audiência de Formula 1 em 2008 entre os 188 países para onde a categoria é transmitida — é o que diz a edição de Janeiro/Fevereiro da revista The Paddock, que esmiúça em detalhes os números da audiência da FOM ao redor do mundo.

Foram pouco mais de 100 milhões de telespectadores anuais assistindo a Formula 1 no Brasil, o que dentro do cenário global da FOM representa algo em torno de 16,5% do total de telespectadores da audiência mundial.

Surpreendentemente, os números da audiência no Brasil tiveram uma pequena queda se comparados com os de 2008, ano em que o país teve um concorrente na luta direta pelo título, algo que em tese elevaria o número de telespectadores. Seria um sinal da falta de carisma natural de Felipe Massa? Contrariamente ao brasileiro, o campeão de 2008, Lewis Hamilton, catapultou a audiência no Reino Unido para um crescimento de 25% nas últimas cinco corridas do ano.

Por outro lado, essa maciça audiência tupiniquim deveriam ser um incentivo para que a Rede Globo desse um pouquinho mais de atenção a um produto de primeira linha como a F1 [escreverei mais sobre o tema nos próximos dias].    

Há outros números interessantes, como por exemplo, o que confirma a contínua queda da Alemanha no total de telespectadores no mundo, um sintoma do espaço deixado por Michael Schumacher no coração do torcedor alemão.

Os números sobre a Alemanha ao menos dão uma pista do por quê a velha raposa Bernie Ecclestone parece determinado a encontrar um lugar para o jovem Sebastian Vettel na Ferrari. Juntos, Vettel, Nick Heidfeld, Adrian Sutil e Timo Glock não têm um décimo do carisma do ex-piloto da Ferrari na Alemanha, e só um deles voltado ao topo em uma equipe de primeira linha para reascender o interesse dos alemães na F1.

 

SERÁ ESSA FINALMENTE A NOVA PINTURA DA WILLIAMS?

Há alguns dias atrás surgiu na internet o que poderia ser a nova pintura da Williams, mas devido à configuração do carro muito confusa, com pneus de 2009 e asas de 2008, não foi possível chegar a uma conclusão real se era ou não a nova pintura.

Hoje, surgiu no site da Allianz, um dos patrocinadores da equipe, uma série de fotos com o que realmente pode ser a pintura da equipe de Frank Williams.

Uma outra pista para dar credibilidade é que a equipe tem novos patrocinadores posicionados no bico do carro*, a Thomsom Reuters, Agência de notícias mundial — além do que as fotos parecem muto bem produzidas e dirigidas a alguma ação de divulgação e promoção.

E você, o que acha? Será que essa é realmente a nova pintura da equipe do velho Frank? Ficou bonito ou você, como eu, prefere a pintura azul escura, quase negra, mostrada nos testes da pré temporada?

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*ATUALIZAÇÃO: Ao contrário da afirmação no post de que a Thomsom Reuters é um novo patrocinador, a agência foi parceira da Williams no ano passado, mas o logo estava posicionado na lateral do carro.

PROBLEMAS DE CONFIABILIDADE NA FERRARI? CHAMEM DE VOLTA NIGEL STEPNEY!

(FOTO: motorsport.com)ferrari-mess1(DESASTRE EM CINGAPURA: será que sob o comando de Nigel Stepney essa bagunça aconteceria? )

Depois dos testes no distante Bahrein, Felipe Massa parece francamente otimista com o F60. Mesmo assim, o vice campeão de 2008 não esquivou-se de deixar um leve aviso aos responsáveis pelo controle de qualidade da Ferrari. A equipe precisa rapidamente estancar problemas de confiabilidade que parecem ir, lentamente, tornando-se crônico nas últimas duas temporadas.

Mas, por que repentinamente a poderosa equipe que possuía um dos equipamentos mais confiáveis do grid vê-se em volta com motores explodindo em duas corridas seguidas e confusões homéricas em paradas de boxe desastrosas? A resposta parece ser uma só: a equipe sente extrema falta do seu ex Diretor Técnico, Nigel Stepney. Sim, aquele mesmo, que ao lado do engenheiro da McLaren, Mike Coughlan, foi um dos pivôs do caso de espionagem que abalou a reputação da Formula 1 em 2007.

Durante 14 anos a Ferrari contou com os serviços de Nigel, um trabalhador com um estilo de atuação prático e exigente, que trouxe estabilidade ao Box da equipe. Sua dedicação e competência disciplinar na preparação e confiabilidade dos chassis da Ferrari, mostrou-se uma das armas fundamentais na vencedora era Schumacher.

Além de responsável pela confiabilidade dos carros, ficava a cargo de Stepney as operações e logística de boxes. Sob sua disciplina, poucas vezes se pôde presenciar situações caóticas como as de Valência, em que Felipe Massa foi liberado de forma perigosa e deveria ser punido — além do caos em Cingapura que, descontado os próprios erros de Felipe, efetivamente lhe custou o título em 2008.

Foi quase sintomático: simultaneamente à saída de Stepney, motivada por seu envolvimento no caso de espionagem e sabotagem contra a própria Ferrari, os problemas de confiabilidade floreceram e multiplicaram-se.

Mas, como estancar tal problema em uma temporada cheia de complexos desafios técnicos, como o KERS? Você não deve ter percebido, mas a Ferrari redesenhou o seu organograma de profissionais no final do ano passado, o que sugere uma tentativa de refinar ao máximo suas operações.

O controle de qualidade e produção foi para as mãos de Aldo Costa, enquanto a logística e gerenciamento de corridas ficará a cargo de Massimo Rivola, profissional proveniente da Toro Rosso. Gerenciando o programa de desenvolvimento do KERS está o francês Thierry Baritau, proveniente de uma companhia de petróleo estatal francesa. Por último, Kimi Raikkonen tem um novo engenheiro de corridas, Andrea Stella, que substituirá Chris Dyer, agora responsável por toda a engenharia de corrida.

Mesmo com tantas mudanças em seu staff, há uma tese que ganha força a cada ano que sugere que a italianização da equipe — a troca de profissionais de outros países por “gente nostra” — promovida por Luca di Montezemolo nos últimos anos, tem levado a equipe ao estado de confusão e caos pré era Schumacher/Todt/Brawn, quando a Ferrari era grato motivo de piada na Formula 1. Talvez seja ir muito longe sugerir tal teoria, mas temos que reconhecer que a própria Ferrari esforça-se em prová-la correta a cada nova temporada sem a sua Torre de Babel particular e vencedora.

A solução mais imediata para dar um fim ao caos talvez fosse reintegrar Nigel Stepney de volta à equipe, afinal, ele foi perdoado pela FIA e anda trabalhando como Chefe de Engenharia de corrida de uma companhia que produz câmeras on-board para competições chamada Gigawave.

Após o ridículo pit stop de Cingapura, eu não duvido que, ao menos por um segundo, Luca di Montezemolo não tenha sentido saudades do velho Stepney.

O QUE A PETROBRAS FARÁ COM 7 MILHÕES DE DÓLARES QUE SERIAM INVESTIDOS NA F1 EM 2009?

(FOTO: divulgação/Petrobrás)

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(FOTO: Formula1.com)

Segundo o site Máquina do Esporte o acordo alinhavado entre Petrobrás e Honda para a temporada de 2009 chegaria à quantia de US$ 7 milhões. 7 milhões de dólares é muito dinheiro e nos vemos obrigado a refletir em que a Petrobrás aplicará tal quantia.

Em geral, verbas de marketing e divulgação são pré determinadas nos orçamentos das companhias meses antes de sua real aplicação, o que quer dizer que, de uma maneira ou outra, é um dinheiro que necessita encontrar projetos para aplicação e investimento. No caso da Petrobrás, a estatal brasileira usa a Formula 1 não apenas como canal de marketing e divulgação, mas também como uma plataforma de pesquisa para o desenvolvimento de seus produtos de alta performance. Tal arranjo, que não deixa claro de qual centro de custos a verba foi retirada, se de pesquisa ou marketing, acaba não nos dando pistas do que a companhia fará com os US$ 7 milhões destinados à F1 em 2009.

Então, podemos sugerir: que tal fundar ou mesmo apoiar uma categoria de monopostos no Brasil? Há algum tempo atrás Felipe Massa anunciou que usará do seu prestígio pessoal para apoiar e criar duas novas categorias que serviriam como gargalo para novos talentos nacionais. Parte desses US$ 7 milhões seriam o suficientes para fazer o projeto de Felipe Massa andar.

Há muita gente que critica a Petrobrás por não apoiar o automobilismo nacional, preferindo investir rios de dinheiro nos acordos técnicos com as equipes de Formula 1, ou na bem divulgada Stock Car — que é hoje depositório de ex pilotos de Formula 1. Mas há pouco tempo atrás a estatal patrocinou uma equipe de Formula 3000 com resultados satisfatórios — além da Fórmula 3 Sulamericana e da sua própria categoria, a Fórmula Petrobrás. O apoio a essas categorias acabou levando pilotos como Bruno Junqueira, Jaime Melo Junior, Max Wilson bem perto da Formula 1 — além de ter Ricardo Sperafico testando por algumas equipes e Antonio Pizzonia tendo uma chance real na categoria.

A Petrobras ainda está profundamente envolvida no esporte a motor, apoiando uma equipe de Ralies ao redor do mundo; a Fórmula Truck; o motociclismo e a Seletiva de Kart, que é hoje a grande aposta da companhia no futuro do automobilismo brasileiro.

O que fez então a Petrobras recuar no apoio a uma categoria de monopostos que seja um passo firme em direção à Formula 1? Eu não tenho informação suficiente para fazer qualquer afirmação cabal, mas eu suspeito que tenha a ver com a maneira como a Confederação Brasileira de Automobilismo gerencia suas categorias e distribuição de verbas.

Você, amigo leitor, tem alguma explicação mais plausível? A sessão de comentários está aberta a teorias e opiniões.

USAF1 FALA PELA PRIMEIRA VEZ

Desde todo o rumor sobre o surgimento da USAF1 é a primeira vez que a equipe faz uma declaração oficial e formal por meio do seu site ao mundo do automobilismo. Abaixo, tradução:

Ken Anderson, Peter Windsor e todos na USAF1 gostariam de agradecer a todos pela maravilhosa resposta que recebemos desde que a notícia surgiu pela primeira vez em 4 de Fevereiro de 2009.

Provar que a tecnologia americana, pilotos americanos e o espírito de competitividade americano podem competir no palco global da F1, será a nossa missão por muitos anos de agora em diante. E, julgando pela grande resposta que recebemos dos fãs de F1, tanto nos Estados Unidos quanto no mundo, de dentro da indústria da F1 e da indústria de alta tecnologia dos EUA, nós achamos que muitos de vocês concordam conosco.

Anunciaremos a equipe oficialmente em um programa especial na Speed TV em 24 de fevereiro às 13:00 hs.

Eu e o mundo aguardamos ansiosos.

 

PROBLEMAS AERODINÂMICOS NA McLAREN?

(IMAGEM: McLaren/divulgação)mp4-24

(O LINDO MP4/24: inspira confiança, mas que segredos a equipe anda escondendo em testes privados?)

A revista MotorSport Aktuel fez uma extensa avaliação dos testes de pré temporada e chegou à conclusão que o MP4/24 da McLaren é, até aqui, o carro mais rápido entre os novos modelos de 2009. Ainda assim, a equipe vem fazendo experiências e testes pouco usuais nas últimas semanas — o que deixa espaço para se especular a respeito da saúde do seu novo projeto.

Nos últimos testes em Jerez a equipe usou uma asa traseira com os níveis de downforce de 2009, mas com especificações aerodinâmicas de 2008. À imprensa, o piloto de testes Pedro de La Rosa esclareceu que a asa de 2008 foi usada “como um ponto de referência, já que a asa com alta carga aerodinâmica de 2009 não estava pronta.”

Ainda em Jerez, a equipe usou o “Paint Vis” um composto de tinta e parafina líquida que sob a pressão do vento espalha-se e possibilita uma leitura melhor do fluxo de ar ao redor do carro.

Alguns dias antes de Jerez, nos chuvosos testes em Portugal, o time também usou a asa de 2008. A explicação? Aumentar os níveis de downforce sob chuva e deixar o carro mais estável para se testar outras áreas de desenvolvimento, como o KERS.

Já ontem, a equipe fez testes secretos de velocidade em linha reta em um aeroporto da Inglaterra e usou um artefato chamado “Tubo de Pitot”, utilizado para medir fluido de velocidade. Testes em linha reta sobre pisos de alta pressão como os de ontem, à velocidade constante de 120 km/h, geralmente servem para se testar dados provenientes do túnel de vento.

Não há dúvida de que a McLaren é uma das equipes mais competentes quando a questão é preparação. Claudemir Freire, na sessão de comentários, observa com razão a robustez mecânica dos carros prateados, mas será que há algum “bug” na aerodinâmica do MP4/24? Ou será que diante da restrição na milhagem dos testes em túnel de vento de 2009, a McLaren esteja sendo obrigada a usar artifícios a céu aberto que antes eram feitos em privado?

Eu prefiro acreditar na segunda tese. Para corroborá-la, o campeão Lewis Hamilton e Heikky Kovalainen pareciam excessivamente confiantes com o novo carro logo após os últimos testes em Jerez de la Frontera. Segundo Heikky, mais confiante até do que em 2008.

McLAREN FAZ TESTE SECRETO EM AEROPORTO NA INGLATERRA

O site Sidepodcast fez cobertura in loco dos testes secretos que a McLaren efetuou no Aeroporto de Kimble, na cidade de Gloucestershire, Inglaterra.  O aeroporto fica a 130 Km da sede da equipe em Woking.

Ontem, sob condições climáticas instáveis, Pedro de La Rosa esteve a bordo do MP4/24 executando testes de largadas e velocidade em linha reta. Na lateral do carro a equipe utilizou um sofisticado e estranho artefato que pode ter como função medir a relação entre o fluxo e a velocidade do ar em torno do sidepod (lateral com resfriadores dos carros).

A equipe repete com o MP4/24 o mesmo padrão de testes que fez com o seu modelo de 2008, o qual testou no Aeroporto de Menorca, Espanha, em janeiro do ano passado.

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Fotos do SIDEPODCAST

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HOME FIGHTS # 3

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Kimi Raikkonen   vs   Felipe Massa

Desde a sua chegada à Ferrari Felipe Massa vem em uma firme curva de crescimento que acabou culminando em seu emocionante vice campeonato em 2008, decidido na última curva da temporada.

A inconstância vista ao longo de sua carreira deu lugar a um produtivo pragmatismo em 2008, capaz de frear o seu ímpeto e tendência a erros bobos nos momentos em que Kimi Raikkonen tinha um carro superior.  O GP da Malásia é um exemplo do Massa errático e afobado, já o GP da Bélgica o exemplo de um piloto evoluído e consciente de suas limitações.

Há dois fatores que tem direta influência na dominação de Felipe sobre Kimi em 2008. O brasileiro pareceu menos suscetível as evoluções de set up que a Ferrari fez ao longo da temporada, o mesmo não pode ser dito de Kimi. Outro fator essencial na evolução de massa como piloto é o seu engenheiro de corridas, o inglês Rob Smedley. A relação de profunda e íntima parceria entre os dois provou-se o grande diferencial na carreira de Felipe — com o engenheiro assumindo o papel secundário de psicólogo, erradicando muito da abordagem errática e sem foco de Massa. Com Smedley, Massa ganhou senso de perspectiva para levar um campeonato até o fim.

E Raikkonen? A sua reação veio tarde demais em 2008, mas sua atuação na Bélgica indica que Kimi preserva ainda as suas grandes qualidades como piloto: precisão, frieza emocional e consistência.

A grande boa nova para Kimi é que a nova geração de carros tenderá a beneficiar o seu estilo de pilotagem. Kimi prefere carros com a frente mais fixa e aderente, assim como Heidfeld e Hamilton. Mesmo com os slicks, a Bridgestone preservou os pneus dianteiros com o mesmo tamanho dos do ano passado, o que, sem as ranhuras, acabou por produzir níveis maiores de grip na parte frontal dos carros. Os dois também começam uma temporada com carros de uma geração nova, ou iniciam-na do zero.

Quem ganhará este que parece o mais imprevisível desafio entre parceiros da mesma equipe em 2009? Será que diante de tantas mudanças Felipe manterá o mesmo nível de atuações de 2008, ou Kimi reconquistará o seu status de campeão dentro da equipe de Maranello?

Não se acanhe, fique à vontade e faça a sua aposta na sessão de comentários logo abaixo.

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O QUE É O HOME FIGHTS:

É uma pequena minissérie que convida o leitor a opinar e prever quem levará a melhor em três dos mais devastadores confrontos entre companheiros de equipes em 2009:

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