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Por que Kimi foi embora…

Parem e desperdicem 5 minutos e 24 segundos de sua vida para ver esse vídeo na íntegra.

Em minha humilde opinião ele capta — como nenhum texto jamais fará — toda a essência e paixão dos ralis. Acho também que explica, para os neófitos como eu quando o assunto é Rali, por que Kimi Raikkonen nos deixou.

Sobre o vídeo em si, eu gosto muito do ritmo imposto pela música, que consegue criar uma narrativa visual e temática ao longo dos seus 5 minutos. Adoro também as cenas desoladas do planeta no início, o que imprime na nossa mente até o fim uma sensação de grandiosidade e sugere uma relação mais íntima de quem compete com a natureza.

Para Kimi, eu imagino que os Ralis lhe dêem a sensação de que sejam menos corporativos, menos orientados pelo dinheiro e pela política, além de, na pista, oferecerem uma desafio a cada metro — ao contrário das pistas de Formula 1 que são insípidas e repetitivas in extremis.

São, claro, desafios bem diferentes, admito. Mas a certeza de que o piloto tem mais impacto no resultado final da competição, dão uma pureza ao Rali que a Formula 1 jamais alcançará.

Ah, se o Kimi voltará a Formula 1 depois de um ano vivendo essa experiência? Duvido!

Discussão

21 comentários sobre “Por que Kimi foi embora…

  1. P q Kimi foi embora?
    Ora, porque ele foi mandado embora da Ferrari. Depois disso tentou a Mclaren q não quis seus serviços pois seria um empregado q pretendia ganhar muito mais do q é capaz de produzir.
    Neste caso, preferiu receber seu seguro-desemprego.
    Se quisesse o Rali pelo Rali n teria nem procurado a Mclaren.
    Em suma, Kimi não foi para o Rali pq queria. Foi pq tomou um pé na bunda de uma equipe e a porta na cara de outra.

    Simples assim!

    Publicado por Leandro Magno | 06/12/2009, 5:13 pm
  2. Não acho assim tão simples, Leandro. O Kimi é um dos poucos pilotos que divide uma temporada da F-1 com participação em outra competição, que foi exatamente o rali.

    Mais cedo ou mais tarde ele acabaria competindo no WRC. Parece que acabou sendo mais cedo.
    A vantagem da F-1 para ele deve ser o salário, e cá entre nós, o finlandês não se contenta com pouca grana, não…

    As conversas com a McLaren não foram adiante porque não toparam pagar o que ele queria. Então nada melhor do que ir fazer o que gosta, improvisando a cada curva, numa categoria onde há menos politicagem, microfones, fofocas e aquela coisa toda.

    O estilo do Raikkonen é aquele que conhecemos bem. Mas acho que pode voltar à F-1 sim. Não apostaria, mas ainda acredito. Basta a Red Bull desembolsar um valor que para ele vale a pena. Além disso, para mim o cara é melhor na F-1 que no Rally. Lá ele nem sonha em ser um Loeb da vida…

    Publicado por Felipe Maciel | 06/12/2009, 7:05 pm
  3. eu fico tentando imaginar o kimi trocando pneus e consertando suspensões, com a cara coberta de lama e… simplesmente não consigo.

    acho que, se o carro quebrasse, ele sairia dele, pegaria um sorvete magnum e iria embora.

    Publicado por andre | 06/12/2009, 8:02 pm
  4. Becken,
    É o que eu acho.

    Felipe Maciel,
    Ele só volta se pagarem o que ele vale.
    A Mc Laren não precisava do Kimi para ganhar dos que estão por aí. Ela tem um piloto que também sobra. E tbém descobriu que não se compra um MP4-12C pelo preço de um Celta canela seca… rs.
    A Ferrari. Ah! A Ferrari está aí, tentando se explicar, se justificar… pelo menos Judas Iscariotes jogou fora os 30 dinheiros e suicidou.

    Vida longa ao Kimi onde ele for.
    Foi fantasticamente gratificante torcer por ele.

    Para quem quiser mais um aperitivo da emoção que o rali, veja isto:

    Saudações hexarubronegras do velho Coyote.

    Publicado por Anselmo Coyote | 06/12/2009, 8:04 pm
  5. Ou quem sabe por que carros de rally podem ser tão rápidos quanto carros de F1 com um “adicional de periculosidade” nas pitas?

    (off-topic: momento nostalgia para quem jogava Gran Turismo 2!)

    Sinceramente, não creio que a McLaren não quis os serviços do Kimi – eles pechincharam pelo finlandês, ofereceram uma “merreca” pra ele, três vezes menos do que eles pagam pro Hamilton. Mas não acredito que seja dinheiro o problema – com certeza ele vai ganhar muito menos com a Citroën – mas sim os PR’s da McLaren – ele não queria, a McLaren obrigava… e aí trancou.

    E Leandro, se ele não foi pro rally por que queria, foi por que então? Apontaram uma arma pra cabeça dele e falaram “corre de rally se não eu puxo o gatilho”? Ele não tinha obrigação de correr lá, e também já corria lá mesmo quando estava na Ferrari. Resumindo, ele está lá por que quer sim.

    Publicado por Guilherme Teixeira | 06/12/2009, 8:40 pm
  6. Guilherme,
    Ele queria…
    Em 1º lugar: Continuar na Ferrari(“I am very sad to be leaving a team with which I have spent three fantastic years, during which time I won plenty of races.”). E, pelo q eu sei, a Ferrari n tem uma equipe em ralis, mas, sim, na F1.
    Em 2º lugar: Continuar na F1 em alguma equipe com vaga naquele momento e q, ao mesmo tempo, fosse capaz de pagar o q ele estava pedindo(algo mais rentável q a multa da Ferrari) e essa equipe era a Mclaren.
    Portanto, ele n fez exatamente o q ele queria.
    Ele teve que usar a 3ª alternativa, pois n pôde( q não é o mesmo q “não quis”) ter o q queria.
    Sua 3ª alternativa foi se dedicar a um esporte muito popular em seu país e q provavelmente ele cresceu assistindo de perto e sempre quis fazer, mas como opção no dia em q ele n quisesse mais a F1; e não no dia em q as principais equipes da F1 não mais o quisesse como aconteceu. Claro, graças a multa da Ferrari.
    No entanto, uma dia, no futuro, alguma equipe pode querê-lo de volta.
    Mas vc acha q um piloto q:
    – Quer ganhar um valor bem acima do mercado;
    – Praticamente manda o engenheiro calar a boca e parar de encher o saco( “Yeah, you don’t have to tell me every lap and every corner, I can see it from the lights”!);
    – Q sistematicamente toma pau de seu companheiro q foi contratado pra ser um nr 2; e
    – Q praticamente n conhece a sede da empresa onde trabalha. (http://esporte.ig.com.br/grandepremio/formula1/2009/12/01/funcionarios+da+ferrari+elogiam+alonso+e+alfinetam+raikkonen+9188136.html)

    Bem… você acha q alguma grande equipe hoje se interessa por um piloto assim?

    Publicado por Leandro Magno | 06/12/2009, 9:26 pm
  7. Becken,

    Kimi é finlandês, e a Finlândia está para os ralies assim como o Brasil está para o futebol.

    O país tem grandes campeões e sua etapa do mundial é uma das mais tradicionais.

    É natural que Kimi tenha crescido assistindo ídolos dominarem carros derrapando de lado nas pistas cobertas de neve.

    Saiu da McLaren depois de 5 temporadas e nunca demonstrou que sentia saudades da equipe, muito pelo contrário o finladês parece ser uma pessoa simples que sente difilcudades em se enquadrar numa equipe tão formal e asséptica como a McLaren.

    Certamente não se sentia confortável em voltar para a McLaren, além de sentir-se frustrado com uma demissão na Ferrari.

    Rico e campeão mundial, se deu a luxo de passar o ano de 2010 vivendo uma faceta diferente do automobilismo.

    Vai ficar ou vai voltar ? Isso na minha opinião depende muito dos resultados. A grande motivação desses caras é ganhar, é ser competitivo.

    Não acho que Kimi possa entrar no mundial de raly na principal categoria e vencer logo de cara nomes como Loeb, Hivornen, Latvala, Sordo, Solberg e tantos outros.

    É nos monopostos que Kimi fez sua carreira, e a F1 é o topo de esporte a motor.

    Acho que o mais provável é que volte para a categoria em 2011 numa boa equipe e muito motivado.

    Publicado por Sirlan Pedrosa | 06/12/2009, 9:28 pm
  8. Becken,

    Com relação a comparação monopostos x ralis gostaria de expressar minha opinião sobre o tema :

    No raly o piloto é mais reativo, adaptando-se imediatamente às condições de um trajeto em constante mutação e que na maioria das vezes sequer é conhecido. Daí inclusive a necessidade de um navegador e ser de suma importância o bom entrosamento com ele.

    Nos monopostos que correm em circuitos fechadoso piloto passa a ter uma posição mais ativa, onde o desafio é atingir o limite em condições previamente estabelecidas e conhecidas.

    No raly acredito que prevaleça o mais adaptável dos pilotos, nos monopostos o mais preciso.

    Publicado por Sirlan Pedrosa | 06/12/2009, 9:42 pm
  9. Coyote, Kimi só volta se pagarem o que ele acha que vale. Cá pra nós entre uma coisa e outra vai uma grande distância.

    E pra ser honesto não acho que ele vá fazer tanta falta assim.

    Abraços

    Publicado por Beatle Ed | 07/12/2009, 2:37 pm
  10. Beatle,

    Tem algum piloto ganhando mais que o Kimi?

    Abs.

    Publicado por Anselmo Coyote | 07/12/2009, 5:32 pm
  11. Anselmo era o Schumacher.

    Depois com a saída do alemão e a ída dele pra Ferrari ele passou a ser o mais bem pago. E mesmo o novo contrato do Alonso com os vermelhos não é superior ao dele.

    Ele é o aposentado mais bem pago da F1.

    Publicado por Claudemir Freire | 07/12/2009, 6:36 pm
  12. Anselmo,

    O contrato de Kimi é de 2006. Excelente contrato diga-se.
    Com a atual crise financeira esses valores são absolutamente incompatíveis.
    Além disso o piloto não apresentou uma performance à altura da espectativa depositada nele.
    Vale lembrar que Kimi foi pra McLaren no lugar de Mika Hakkinen e na Ferrari ocupou o lugar de ninguém menos que Michael Schumacher.

    Mas eu realmente não entendo como a F1 perde deliberadamente um dos seus 4 campeões em atividade pra outra categoria.

    Tenho pra mim que talvez Kimi tenha se tornado um personagem desinteressante pro “espetáculo” Formula 1.
    O jeito monocórdio com que se dirige à imprensa, sua falta de carisma associada a um certo ar blasé provavelmente contribuíram para essa situação.

    Minha opinião, é claro.

    Publicado por Beatle Ed | 07/12/2009, 6:42 pm
  13. Meu caro Beatle Ed,

    Nós temos sido decepcionantemente muito incompetentes e, eu diria, até inconseqüentes em nossas declarações acerca da F1. Entenda em alto nível essa frase, pois falo semanticamente.

    Precisamos separar o joio do trigo.

    Na F1 há, de um lado, as equipes e seus grandes patrocinadores. Eles trazem nas mãos muito dinheiro e ingerências maléficas ao esporte, como por exemplo impor um piloto. Se isso lhe soou como um sopro nos ouvidos susurrando “Nakajiiimaaaa” é porque estamos nos entendendo.

    De outro lado estão os verdadeiros pilotos, inclusive Kimi, Kobayashi e Kubica. Estes trazem nas mãos apenas o talento, em maior ou menor grau, muita coragem para se tornarem projéteis a mais de 300km/h, e a própria vida conduzindo todo esse arroubo. Parece pouco, mas não é. É tudo o que têm e é tudo o que nos faz prender a respiração, pular, gritar, ficar imóveis pregados na poltrona.

    O primeiros tem diuturnamente desvalorizado os segundos, até lhes cobrando uma vaga. Imagine os Rolling Stones à porta de um estádio com um saco de dinheiro nas mãos pagando ao público e implorando-o para entrar para que eles possam fazer um show. Isto lhe pareceu surreal? A mim também. Na F1 está acontecendo isso e não temos nos dado conta de que isso também é surreal. É o rabo abanando o cachorro.

    A crise. Nada melhor que uma crise para socializar os prejuízos depois de ter privatizado os lucros. Como alguém que constrói aquele complexo de Abu Dhabi pode falar em crise? Como alguém que vende um carro de rua por 1, 2, 3 ou 4 milhões de reais pode falar em crise? Por acaso algum carro vale isso? Claro que não. Por acaso não assistiríamos uma corrida se ela fosse como no início da F1 – apenas pista e arquibancadas? Não andamos com carros que custam 10, 20, 30 ou 40 vezes menos que esses que Ferraris, Mc Larens, BMWs e Mercedes? Então.

    Quando alguém se põe a analisar essas questões é logo rotulada pejorativamente, quando é apenas um ser pensante que recusa engolir sem mastigar, um questionador no exercício de seus dons naturais.

    O Kimi Raikkonen quis correr. Mas ele sabe que não é um motorista de ambulância, de táxi ou de caminhão de tijolos. Não há porquê crucificá-lo se o que ele fez foi se valorizar, assim como Ferrari, Mc Laren, BMW e Mercedes valorizam seus carros. Não ouvi ninguém dizer que essas equipes são mercenárias. Ele não conseguiu vaga? Ok. É só um negócio que não se concretizou como tantos no mundo dos negócios.

    A minha posição é clara: nessa guerra entre pilotos e equipes/patrocinadores eu me posiciono ao lado dos primeiros. Afinal são eles que dão espetáculo.

    Abs.

    Publicado por Anselmo Coyote | 07/12/2009, 7:49 pm
  14. Não acho que seja tudo assim tão maniqueísta como você afirma Anselmo.

    De um lado as montadoras representando o mal e do outro os pilotos, heróis combatentes do bem.

    Acho por exemplo que Raikkonen foi tão filho da mãe quanto qualquer Briatore desses.
    Deu um grande F#%^@ pros seus fãs e foi cuidar da vida.

    Em 1993 Senna e Ron Dennis fizeram cena durante todo o campeonato. Senna dizia que não queria correr com a porcaria do McLaren MP4-7A.

    Afirmou diversas vezes que poderia ficar um ano parado, chegou a testar na Indy com Fittipaldi pra pressionar a McLaren que ficou sem os motores Honda e teve que apelar pros Ford V8.

    A imprensa dizia que Ayrton assinava um contrato a cada corrida (16 contratos) no valor de U$1 milhão por contrato!
    Não dava pra acreditar nessa história né?

    Pra ser sincero “nessa guerra entre pilotos e equipes/patrocinadores” fico do lado é do espectador.
    De resto são apenas interesses, quando coincidem ótimo, quando não, é sempre o público que se dana.

    Abs

    Publicado por Beatle Ed | 07/12/2009, 9:20 pm
  15. “Não acho que seja tudo assim tão maniqueísta como você afirma Anselmo.”

    Talvez não. Mas o piloto põe a vida em jogo. Equipes e patrocinadores põem dinheiro. Eu acho que a vida vale mais.
    A origem da vida é um dom divino. E a origem desse dinheiro? O que é? Sempre vem de origem duvidosa, de falcatrua, de sonegação e até de tráfico de drogas eu já ouvi falar, dinheiro para ser lavado, enfim, dinheiro que não custou o suor de quem está com ele.

    E de todos os piores são os patrocinadores e os mais incompetentes são as equipes que nem mandam em si mesmas.

    Eu sou fã do Raikkonen e acho que ele fez o certo.
    Vários jogadores de futebol deram a vida e a saúde por times e seleções e hoje estão f*didos. O que nós, fãs fazemos por eles? Nada, absolutamente. E ainda tem aqueles que os chamam de otários. Então…

    Abs.

    Publicado por Anselmo Coyote | 07/12/2009, 10:09 pm
  16. Kimi vai continuar arriscando o seu pescoço nos ralis, Anselmo.

    E depois, qual o piloto que não tem prazer em arriscar a vida?
    São todos uns viciados em adrenalina!
    Alguns ganham muito bem pra fazer o que gostam mas existem outros que fazem a mesma coisa por puro prazer.
    E é exatamente por esse motivo que nós gostamos deles, sentir a vida por um fio sem correr esse risco.

    Quanto a crer que “a vida é um dom divino” é uma questão pessoal, e pra falar a verdade não compactuo muito desse ponto de vista. Não sou religioso e na minha visão deus nenhum tem qualquer relação com a possibilidade de vida aqui ou em qualquer outro lugar.

    Mas isso já é outro assunto, escrever com sono dá nisso.
    abs

    Publicado por Beatle Ed | 08/12/2009, 11:03 am
  17. Ok, Beatle.

    Eu sou cristão. Por isso usei essa figura de retórica. Mas, tanto faz. No fundo eu quis dizer que a origem do talento do piloto não pode ser questio, nada – é úm dom natural. Já a origem do dinheiro…

    Repito: ninguém chama Ferrari, Mc Laren, BMW, Lambo, Bugatti de mercenários, quando todo mundo que tem um mínimo de juízo e dicernimento sabe que esses carros não valem 20% do valor que são cobrados por eles.

    São negócios. Deu, deu. Não deu, um abraço. Talvez dê da próxima. Não tem essa de mercenários etc.

    Abs.

    Publicado por Anselmo Coyote | 08/12/2009, 9:23 pm
  18. Bom, não tenho dados pra afirmar que a origem de todo o $$ da F1 é suspeita.

    Publicado por Beatle Ed | 09/12/2009, 2:48 am
  19. Acho que o Kimi não volta. Acho que o Rali é uma competição muito mais com a cara dele, e tenho quase certeza de que será questão de tempo pra ele conquistar vitórias e talvez até duelar pelo título do WRC, o que o colocaria de vez na história do automobilismo mundial.

    Mas como fã de F-1, confesso que fico triste. Fiz um levantamento sobre a década em meu blog. Raikkonen foi o segundo maior pontuador dos últimos dez anos, só perdendo para Schumacher. Foi o terceiro maior vencedor e o segundo que mais fez voltas rápidas. Isso está muito longe de ser pouco.

    Raikkonen é fera. Será uma pena não vê-lo na luta pelo título da F-1.

    Publicado por Hugo Becker | 09/12/2009, 2:59 am
  20. Beatle Ed,
    Não lhe faltam apenas dados.
    Abs.

    Publicado por Anselmo Coyote | 09/12/2009, 3:02 pm
  21. Na verdade Anselmo pouco me importa a origem do $$ que banca a F1. Se vem de carteis da cocaína na Colombia, dos traficantes de bebês de Angola ou dos pedófilos do Vaticano, não faz a menor diferença na minha opinião.

    Publicado por Beatle Ed | 10/12/2009, 4:24 pm

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