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Finalmente, Formula 1 volta aos Estados Unidos

IMAGEM: McLarenl/Divulgação — A última largada do GP nos EUA, vencido por McLaren e Lewis Hamilton

Notícia espetacular para a F1 e que está pipocando em todos os lugares: a categoria finalmente voltará aos Estados Unidos — de onde nunca deveria ter saído — a partir de 2012.

Bernie Ecclestone confirmou hoje acordo entre a FOM — Holding que gerencia o negócio F1 — e os promotores do GP nos Estados Unidos até 2021.

O mais bacana — e surpreendente, eu diria — é que a categoria não precisará correr em desespero atrás de um circuito para hospedar o seu show; Será construído em Austin, Texas, um grande complexo que receberá o circo.

Rezem vocês para que não seja Hermann Tilke o arquiteto encarregado do projeto…

Por outro lado, a localização do projeto é bem pensada. Da Florida e do México até Austin/Texas é um pulo, o que facilitará em muito o acesso do grande público da F1 no Estados Unidos, o latino.

Há muito tempo a falta de um GP em solo americano é um grande problema para as grande marcas que investem milhões de dólares na categoria, mas não podem usá-la como ferramenta de promoção no maior mercado mundial.

O GP vem suprir esse grande buraco no calendário comercial e esportivo da maior categoria do automobilismo mundial.

E vocês, o que acham da boa nova?

Discussão

45 comentários sobre “Finalmente, Formula 1 volta aos Estados Unidos

  1. O Maior mercado Mundial é a União Europeia..só belicamente é que não é…

    Publicado por SennaCeccotto12 | 25/05/2010, 2:55 pm
    • A União Européia… Não me faça rir, Ceccotto. A União européia é uma Utopia apenas para os nanicos “emergentes” europeus como Portugal, Grécia e Turquia.

      Aliás, o que VOCÊ acha de termos um GP nos USA novamente?

      Publicado por Becken Lima | 25/05/2010, 3:01 pm
    • Coitada da Grécia q precisou de uma ajudinha de 22 bilhões de euros pra sair da crise e não deixá-la alastrar-se mundo afora…

      Publicado por Alex-Ctba | 25/05/2010, 3:04 pm
    • Lima, meu caro

      Para sua informação detalhada a Turquia nem faz parte do Maior Mercado Mundial que é a União Europeia, essa reverência toda aos USA tem um nome na América do Sul..
      Se não tiver acesso a dados até lhe posso fornecer alguns mas só o facto de com a mesma moeda poder comer uma paella em Valencia, um OssoBucco com rissotto di zafrano na Galerias VitorEmmanuelle frente al Duomo com L´Scala nas costas ou poulet fricassé no Fouquet´s à l´Arc de Triomphe em Paris ou uma cerveja em Bavarian-München pagar um jantar a uma sueca lindíssima em Estocolmo e fazê-lo sempre com a mesma moeda que até é mais forte que o seu venerado $..

      Se falar do berço da civilização ocidental (Atenas e cidades-estado) não se esqueça que só nos USA faliram desde o início da Crise 134 Bancos informação of Federal Reserve..

      Quanto ao USA GRAND PRIX nunca teve nem o Glamour de Monaco a história de Monza e muito menos a Old-fashioned Class de Silverstone, anseio muito mais um Paul Ricard ou crème de la crème conseguir fazer um GP em Le Mans isso sim me entusiasmaria sobremaneira, correr em Detroit ou em Austin,Texas é como voltar a Kylami aliás esta última me agradaria mais..

      Abraço

      Publicado por SennaCeccotto12 | 25/05/2010, 5:16 pm
    • Gente coisa é outra fina…

      Publicado por Alex-Ctba | 25/05/2010, 5:38 pm
    • Becken, creio que este empreendimento está fadado ao insucesso,pois o Bernie e Cia. não entenderam que o público norte-americano não se interessa pela f-1 e nem vai se interessar. Eles preferem a NASCAR que é o produto que vende e muito bem em terras ianques e sulistas (heheh), pois tem disputa o tempo todo entre 43 pilotos por 3 ou mais horas de corrida. A F-1 “é uma categoria chata, com corridas em fila indiana, cheia de menininhos mimados que tem medo de competição”, é assim que eles veem a f-1 e nem adianta construir autodromo “especial” para a f-1. O único lugar apropriado para a F-1 em solo estadunidense seria a California;tanto que tínhamos um razoável público em Long Beach para assistir à prova nos anos 70 e 80. A f-1 está mais política do que esportiva, infelizmente.

      Publicado por Fernando Kesnault | 25/05/2010, 5:41 pm
  2. Excelente notícia. A expectativa agora fica por conta do circuito. Gosto muito do circuito misto q Indianápolis fez para receber a F1, pena q não será lá. Espero q seja um tão bom quanto. Será q vai ser uma adição o GP dos EUA ou vai substituir algum outro ? Li no F1Fanatic q o GP da Turquia está correndo risco.

    E a USF1, agora sai do papel ?

    Publicado por Alex-Ctba | 25/05/2010, 3:02 pm
    • Não exatamente a USF1 (ainda bem)! Mas há o prospecto de uma parceria americana com alguma das equipes existentes:

      http://www.autosport.com/news/report.php/id/83850

      Publicado por highdownforce | 25/05/2010, 3:06 pm
    • É… talvez no estilo McLaren/Force India!

      Publicado por Becken Lima | 25/05/2010, 3:07 pm
    • Eu aposto minhas fichas na ART/Ferrari com parceria do Hurley/Youtube nessa.

      btw, excelente retorno. Tomara que o espetáculo dentro da pista seja tão bom quanto promete ser fora dela, com uma corrida no Texas.

      Publicado por Willian | 25/05/2010, 3:14 pm
    • Esse negocio de equipes novas é uma merda,

      os exemplos estao ai…..

      Publicado por Lucas Túlio | 25/05/2010, 3:43 pm
    • Nem tanto, Lucas.

      O problema das novatas de 2010 é mais a forma como elas foram escolhidas. Primeiro haveria um teto orçamentário de 40 milhões.

      Depois, a escolha foi política e não pelo bom senso. Uma super estrutura como a da Epsilon Euskadi ficou fora, por exemplo.

      Publicado por Willian | 25/05/2010, 3:57 pm
    • Concordo,

      mas se trata da maior categoria do automobilismo mundial, a FIA nunca poderia ter aceitado essas novatas sem garantia alguma de estrutura, potencial de desenvolvimento real dos seus carros e etc…

      Na verdade são carros de GP2 correndo junto com F-1, o jeito é esperar que para o ano que vem estas equipes consigam colocar carros de F-1 na pista!

      Publicado por Lucas Túlio | 25/05/2010, 7:14 pm
    • Não é muito curial retirar comentários que apoiam quem não concorda com a linha editorial, e deixar publicados quem ataca quem discorda defendendo a linha do dono..Nem será Censura..Ou deixa todos ou retira todos para não ser acusado de ter dois pesos e duas medidas..

      Um Bem-haja.

      Publicado por SennaCeccotto12 | 26/05/2010, 8:15 am
    • Na verdade aqui não é um jornal com linha editorial. É um blog autoral.

      Com isso em mente, eu ME DOU o direito de retirar comentários que são, simplesmente, inúteis sob o ponto de vista do debate, do tema no post e que configuram ação de Trolls.

      Ser edicado e “soft”, me parece, não resolve muito com esse tipo de gente.

      Discordar é livre; mostrar que EU, myself está errado, também. Não sou onisciente nem onipresente e estou sujeito a erros e engodos como qualquer um por aqui.

      Dizer, por exemplo, que o mercado da comunidade européia é maior que o americano para a F1, é questão de opinião quando se sabe que o PIB de 14 trilhões dos USA é infinitamente maior que o da principal economia Européia, a alemã, de “apenas” 3 trilhões — ou quando se sabe que há muito mais tensões e diferenças culturais na Europa que no potentado homogêneo que são os Estados Unidos.

      Compare o último público que foi a Indianápolis ver Lewis Hamilton vencer o GP dos USA e o que estará nas arquibancadas da Turquia neste final de semana e vc entenderá a importância dos americanos para a F1 e para as marcas que a gerenciam.

      Mas, como sempre, é apenas questão de opinião…

      Publicado por Becken Lima | 26/05/2010, 10:06 am
    • Querer comparar Indianápolis com Turquia, que lhe reitero não faz parte da União Europeia, é só um bocadinho deslocado é assim como comparar o Brasil aí com Belize ou coisa que o valha e quando se fala de União Europeia e comparar o PIB dos USA com o Alemão já é quase má intencão…só para ficar com a “data” mais importante tem que o PIB da União Europeia, da qual a Turquia não faz parte lhe repito, é 18.9 Trilhões de EURO e 494. milhões e 780 mil habitantes contra 14 trilhões de $ e 290milhões e 630 mil habitantes dos USA e na altura desses dados o € valia 1.43 $ se fizer a conta dá quase o dobro isso mesmo o dobro se ainda quer comparar ordens de grandeza..há quem negue a realidade por mais e por menos..

      Não ser um jornal nem ter linha editorial devia fazê-lo procurar ser mais isento ainda mas se não o é e ainda o ratifica…

      Hellas

      Publicado por SennaCeccotto12 | 26/05/2010, 5:34 pm
    • Sobre a Turuia e o GP americano, não distorça o que eu escrevi no cenário da F1 com argumentos vazios, ou leia com mais atenção o que está escrito.

      Sobre ISENÇÃO, defina o que é com mais precisão e aí eu lhe dou uma resposta com mais objetividade.

      Publicado por Becken Lima | 26/05/2010, 5:39 pm
  3. Boa nova, realmente! Formula1.com

    Austin é apenas a 15ª maior cidade americana mais é justamente uma cidade que ainda possui bastante potencial de crescimento.

    Porém, depois do fiasco de Donington Park, é bom termos cautela até o circuito estar completamente pronto.

    Becken, alguém chegou a localizar os possíveis terrenos para este projeto?

    Publicado por highdownforce | 25/05/2010, 3:03 pm
  4. Grande!

    Só espero que nenhuma guerra de pneus atrapalhe o cumprimento desse contrato (e a renovação dele posteriormente…).

    Publicado por Allan Wiese | 25/05/2010, 3:21 pm
  5. Boa oportunidade para as montadoras investirem em parcerias ou até equipes!

    Publicado por Teo | 25/05/2010, 3:28 pm
  6. É ótimo para a Formula 1, mas como eu não gosto dos estadosunidenses pouco me importa se vai ou não para lá….preferia que não, mas fazer o que….

    Publicado por Marcelo (Cascavel) | 25/05/2010, 4:07 pm
    • No parque de motocross? Duvido.
      Na matéria da Autosport é dito que não há ainda um local escolhido, nem mesmo uma definição de quem realizará o projeto.
      Porém um pronunciamento é esperado revelando mais detalhes em breve.

      Publicado por highdownforce | 25/05/2010, 5:12 pm
  7. Pode esquecer… É do Tilke e ninguém tasca.

    Eu torci tanto por Laguna Seca.

    Publicado por Ron Groo | 25/05/2010, 5:20 pm
    • Cara ninguém consegue passar em Laguna Seca de monoposto faz anos e se a F1 fosse para lá perigava Bernie chamar Tilke para alterar o traçado.

      Publicado por Filipe | 25/05/2010, 6:09 pm
  8. Um dado interessante Becken: A F1 nas ultimas decadas criou o habito de correr na America do Norte em Junho e o GP de Texas da Indy (em Forth Worth) acontece geralmente na primeira semana de Junho. Seria interessante ter o GP de F1 na semana seguinte, o que criaria para o fã de automobilismo americano um bom pacote para tirar 2 semanas de ferias.

    Publicado por Filipe | 25/05/2010, 6:07 pm
  9. Hauhuahauahua… se a F-Indy correr no mesmo circuito vai ficar evidente o quanto ela eh inferior.

    Publicado por Cress | 25/05/2010, 6:09 pm
  10. Achei o máximo essa piada no forum da Autosport:

    “The only problem with Austin is that once you leave it you’re in Texas.”

    Publicado por Becken Lima | 25/05/2010, 6:15 pm
  11. se o tilke meter um dedo nesse autódromo eu juro que do uma de Bin Laden e jogo um avião nele(o autodromo) talvez no tilke tambem.

    Publicado por Joao | 25/05/2010, 6:25 pm
  12. F1 nos EUA?!? Esqueçam amigos, nunca funcionará.

    Como disse um jornal americano ainda no ano 2000, a F1 é o típico convidado de festa que você gostaria que não fosse a festa. Ele é fresco, mal educado e cheio de exigências.

    Explicando: o torcedor americano MÉDIO que gosta de corridas, gosta de corridas da NASCAR, porque:

    • Ele gosta de disputas, de conflitos, sejam na pista, sejam fora delas.
    • Ele gosta de ver o trabalho em equipe nos boxes. Onde aquele mecânico gordão como eu e você pode fazer a diferença na corrida.
    • Ele gosta de ter uma pausa pra poder comer o hambúrger dele.
    • Ele gosta de ver carros que não mudam de números por anos a fio. De gente ligada a um time, uma marca. Preferencialmente uma marca com que ele possa se identificar.
    • Ele gosta de ver tradições de família, ou personagens que no ponto de vista do europeu, ou nosso, são exóticos.
    • Ele gosta de ver o final disputado, mesmo que esse final tenha sido realizado a custas de uma bandeira amarela inútil.
    • Ele gosta de sair do autódromo com a sensação de ter visto um evento histórico.
    • Ele gosta de passar o fim de semana acampado no autódromo ou nos arredores dele.
    • Ele gosta de ir ao infield e poder tirar uma foto com um mecânico, ou com o carro.
    • Ele gosta de ver coisas extra-corridas, como concurso de garotas do grid, garotas com camisetas molhadas, etc.
    • Ele gosta de ver o hino americano, o pastor rezando na pista antes da corrida, a ordem de ligar os motores.
    • Ele gosta de ouvir um locutor falando pela pista que a disputa está sensacional, que máquinas e pilotos estão em busca da vitória.
    • Ele gosta de premios em dinheiro.
    • Ele não se importa com a tecnologia e sim prefere a disputa.
    • Ele gosta de ver seu piloto favorito fazendo propaganda de refrigerante com gente como eu e você.
    • Ele gosta de ir na sessão de autógrafos porque sabe que será bem atendido pelos pilotos.
    • Ele gosta de ver pilotos americanos. Especialmente se forem virginianos, ou dakotenses como ele.

    Dito isso, não vai dar certo porque a F1 tem:

    • Corridas com disputas moderadas.
    • Trabalhos de equipe impecáveis, com mecânicos que mais parecem saídos de uma academia.
    • Corridas sem bandeiras amarelas artificiais.
    • Carros que todo o ano tem números, patrocínios e pilotos novos.
    • Marcas que não tem nada a ver com o consumidor médio americano (Renault, Fiat ou patrocinadores como Vodafone, Santander ou Deutsche Post)
    • Zero de tradição familiar (no momento).
    • Pilotos mimados que mais parecem popstars (Lewis Hamilton que o diga).
    • Corridas que não necessáriamente são históricas e nem transmitam essa sensação.
    • Ingressos caríssimos e zero de possibilidade de acampar no circuito.
    • Acesso restritíssimo aos boxes. Onde no máximo vc pode tirar foto de um tapume com a inscrição do time, já que os carros ficam guardados a sete chaves.
    • O fim de semana de GP tem o GP e… só. Olhe, olhe tem um desfile de carros históricos.
    • Não há hino, e os carros são ligados quando sobe a placa de 1 minuto.
    • Não tem locutores falando nos alto falantes do autódromo.
    • Os premios são… troféus.
    • Os carros são ricos em tecnologia.
    • Os pilotos de F1 fazem propaganda de carros de luxo, relógios de luxo, smartphones, etc…
    • Os pilotos de F1 dão autógrafos quase que na marra.
    • A F1 não tem pilotos americanos.

    Se parar pra ver, até mesmo a Indy e outras categorias como a Le Mans Series ou a Grand Am são um fiasco de público atualmente em função disso. Eles perderam grande parte desses pilares que eu citei acima e as corridas tem interesse quase nulo. A IRL atualmente é transmitida por um canal tipo “Rede TV” lá.

    Dito tudo isso, não vai ser com um autódromo construído numa espécie de “Ribeirão Preto” americana que a F1 vai dar certo. Enquanto o produto F1 mantiver esse formato sem o mínimo de adaptação ao mercado americano, o fiasco continuará.

    Publicado por Arlindo Silva | 25/05/2010, 6:45 pm
    • Falô e disse e citei lá em cima mas não tão pormerizado qto. voce.

      Publicado por Fernando Kesnault | 25/05/2010, 7:08 pm
    • Post espetacular do Arlindo, parabéns. Só discordo quanto ao Hamilton, que é um dos pilotos mais “friendlies” da F1, que tem uma relação muito boa e aberta com os fãs em geral.

      Publicado por Becken Lima | 25/05/2010, 7:14 pm
    • Verdade Arlindo, concordo com o que você disse. Digo isso pq conheco BEM a cultura americana, já tendo morado lá em várias ocasiões. Meu caso é ainda mais emblematico já que tenho uma familia de origem europeia (francesa) que ama a F1. Então posso te dizer q as coisas não “se bicam” de jeito nenhum. Não diria ser IMPOSSÍVEL, mas dará muito trabalho ao tio Bernie e levaria ANOS E ANOS.

      Outra coisa: Pq o Texas? Pq não escolher uma local mais cosmopolita? Fico imaginando uma corrida de rua em New York (parecido com os anos 80) ou numa cidade que chamasse atenção, como Los Angeles, onde Tio Bernie poderia unir as corridas com uma das coisas que os americanos mais adoram: Hollywood!!

      Abraços !!

      Publicado por PG | 25/05/2010, 7:24 pm
    • Sensacional comentário, muito bom, porém discordo qto a dar certo ou não um GP de F1 em solo Norte-Americano. Nos 80’s e 90’s sempre rolou e apesar de serem pistas de rua, ficaram lembranças maravilhosas de Piquet e Senna em corridas épicas.

      Publicado por Alex-Ctba | 26/05/2010, 12:34 am
    • O ponto Alex é que as corridas até eram boas. Mas o interesse de público era quase nulo.

      Em Phoenix, somados os três anos que a F1 correu lá, foi menor que o público que foi no GP do Brasil do ano passado. Havia cobertura da CBS e/ou da ESPN. Mas elas transmitiam somente o GP, e não acompanhavam o campeonato como um todo.

      Ainda hoje funciona assim. O Speed channel é o canal (ainda por cima, é cabo) que transmite a F1 nos EUA. E eles transmitem 6, 7 corridas na temporada. O restante eles transmitem em compactos.

      Publicado por Arlindo Silva | 26/05/2010, 2:34 pm
    • Sim, vc está correto. O GP dos EUA tende a ser um fracasso de público e o interesse do Americano nunca vai ser igual para a F1, como é com à Nascar ou Fórmula Indy, porém, a audiência mundial televisiva e outros interesses comerciais, como os citados pelos comentaristas, podem viabilizar tranquilamente a etapa Norte Americana até 2021, como é do interesse de Bernie. Somado a mobilização local, em realizar um evento de proporções mundiais, q vai trazer visibilidade para sua cidade, podem talvez lotar as arquibancadas, para dar a sensação de um evento de sucesso. E para nós, fãs, o q importa é uma pista bacana, com um traçado legal q permita ultrapassagens e mais uma etapa no calendário, casadinha com o GP Canadense e uma semana de intervalo :D

      Abs

      Publicado por Alex-Ctba | 26/05/2010, 2:51 pm
    • Concordo com quase tudo. Só ressalvo que certas marcas, como Ferrari e Mercedes, são mundiais, sonhos de consumo que incluem os EUA. E não acho difícil uma marca como a Ford rebatizar um motor Cosworth, por exemplo.

      O evento também é viável, pois aumenta a possibilidade de patrocínios. Não foram poucas as equipes que lamentaram o fim do GP de Indianápolis. Foi por acaso?

      E com um contrato de 10 anos e, quem sabe, uma equipe americana, não duvido que surja um piloto ianque nesse período.

      Publicado por Vitor, o de Recife | 26/05/2010, 12:26 pm
  13. Becken,

    Concordo plenamente com você. A F1 volta para seu maior mercado, de onde jamais deveria ter saído.

    E o melhor, vai para uma pista de verdade, não uma corrida de rua ou uma adaptação como Indianápolis. Aliás, até gostava muito de Indianápolis, o problema é que lá a comparação com as 500 milhas sempre fazia o evento parecer menor que de fato era.

    Como você bem ressaltou a localização tende a ajudar na geração de público, fato que deve ter pesado contra Monticello, que já estava pronta mas localiza-se numa região com uma população muito menos entusiasta para uma corrida de F1.

    Hoje o Montezemolo falou também a respeito de uma FERRARI AMERICANA. As coisas começam a fazer sentido. Uma equipe nova (ART ???) com apoio da Ferrari e uma cara americana garantida pelo You Tube….pode dar samba.

    O fato é que um impacto de 5% nos EUA representam mais que 100 % em mais da metade dos países que hoje a F1 acampa seu circo.

    E apenas com um bom evento, pilotos e times para quem torcer o americano médio vai se interessar em aprender sobre a categoria e se envolver com ela.

    Um abraço,

    Sirlan Pedrosa

    Publicado por Sirlan Pedrosa | 25/05/2010, 6:45 pm
  14. Dois pontos de contexto para ajudar a compreender a seleção estranha:
    1 – Austin é um dos dois maiores centros tecnologico dos EUA e Texas segue o grande centro de petroleo. Ou seja, duas das industrias que poderiam ter interesse em apoiar o GP ficam ali.
    2 – Austin é um lugar um tanto complexado. Fale com um local e o discurso tende a ser sempre o mesmo que eles não são como o resto do Texas, que é uma cidade muito progressista, que eles tem um dos maiores e mais variados conjuntos de casa de shows do pais, uma das maiores universidade, que são um grande centro tecnológico, etc. Em suma é uma cidade que procura se ver como um lugar cosmopolita e sofisticada que calha de ficar no meio de um estado jeca. É um dos poucos locais onde me parece crivel que as autoridades locais se entusiasmem com um GP de F1 e se disponham a dar algum apoio estatal para ele. E como sabemos a falta de apoio estatal sempre foi um dos grandes entraves em voltar para os EUA.

    Publicado por Filipe | 25/05/2010, 8:54 pm
  15. espectacular o post do Arlindo.
    Lembro que na F1 também se toca o hino do país organizador do GP, e isso das bandeiras amarelas artificiais também começa a surgir cada vez mais.

    Sobre a discussão no inicio do post, a união europeia é de facto a maior economia mundial, mas não com grande diferença. E SennaCeccoto12 não podes usar a mesma moeda para pagar um jantar a uma sueca lindíssima em estocolmo com o euro, ainda.

    Sobre o GP dos estados unidos, para mim o início da discussão diz tudo, é um grande prémio feito apenas por motivos comerciais, logo não me agrada. Para mim, as corridas de F1 só fazem sentido nos sítios onde o público estiver interessado em assistir. De resto: China, Bahrein, estados unidos, india, qatar, malásia, turquia, etc. é tudo o mesmo

    Publicado por JCCJCC | 26/05/2010, 5:33 am
    • Meu Caro JCCJCC

      Pronto.. me deixei levar pelas suecas..confesso a fraqueza.. mas pago em Amsterdam, Dublin, Bruxelles, Berlin,ou Monte-Carlo, que se calhar não está tão longe da verdade e do tempo, Wein, La Valletta, Nicósia.. A escolha é variada..mas olhe que em Stockholm o uso não é fiduciário nem forçado mas se encontrar a sueca, em qualquer Hotel ou Restaurant lhe preferem € a coroas próprias.

      Um Abraço

      Publicado por SennaCeccotto12 | 26/05/2010, 7:50 am
    • A maioria dos sítios que eu vi onde aceitavam € em estocolmo fazia-o com um cambio muito pouco favorável, de forma a ser preferível pagar na moeda local.
      Ainda assim, concordo com a ideia do seu post, é fantástico ir a locais tão distantes e distintos como a Eslovaquia, a Finlandia, a Irlanda ou o Chipre e usar a mesma moeda.

      Publicado por JCCJCC | 26/05/2010, 11:08 am
    • Foi de uma ponta à outra e de cima abaixo mas olha que o Cabo de Sagres é o ponto mais Ocidental da Europa…

      Um Abraço

      Há piratas em todo o lado.. até na Fantástica Stockholm e se as apertar cedem..

      Publicado por SennaCeccotto12 | 26/05/2010, 5:43 pm

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